quarta-feira, 31 de agosto de 2016

"O MISTÉRIO DA INIQUIDADE"



MISTÉRIO DA INIQUIDADE"


Teslonikyah Bet – תסלוניקיאב
Segundo Aos Tessalonicenses1;

3 Para que ninguém vos engane, seja de que modo for; porque o Yom (dia) do Soberano Yahshuah; não virá, sem que antes venha a rebelião, e que o poder forte do pecado revele o nome blasfemo de perdição.
Esse mesmo é o anti-Mashyah!
4 O qual será exaltado, e colocado num Hekel (trono) para ser venerado, e declarado ser ele o próprio Mashyah!



 O apostolo Shaul (Paulo), em sua segunda carta aos tessalonicenses, predisse a grande  apostasia que teria como resultado o estabelecimento do poder papal. Declarou que: “... o dia do Mashyah não viria “sem que antes venha a apostasia, o
3 Para que ninguém vos engane, seja de que modo for; porque o Yom (dia) do Soberano Yahshuah; não virá, sem que antes venha a rebelião, e que o poder forte do pecado revele o nome blasfemo de perdição.
Esse mesmo é o anti-Mashyah!
4 O qual será exaltado, e colocado num Hekel (trono) para ser venerado, e declarado ser ele o próprio Mashyah! ... E, ainda mais, o apóstolo adverte os irmãos de que “já este mistério da iniquidade opera.”
Teslonikyah Bet – תסלוניקיאב: 3, 4 e 7. Aproximadamente ao tempo do martírio de Shaul (Paulo), pouco depois que escreveu estas palavras, no início do governo de Nero, surgiram as perseguições que continuaram com maior ou menor fúria durante séculos. Os seguidores do Mashyah, eram condenados como rebeldes ao império, como inimigos da religião e peste da sociedade. Grande número deles eram lançados às feras ou queimados vivos nos anfiteatros. Alguns eram crucificados, outros cobertos com peles de animais bravios e lançados nas arenas para serem despedaçados por cães. De seu sofrimento muitas vezes se fazia a principal diversão nas festas públicas perante vastas multidões que saudavam os transes de sua agonia com risos e aplausos. Onde quer que procurassem refúgio, eram caçados como animais. Eram forçados a procurar esconderijo nos lugares desolados e solitários. “Desamparados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno), errantes, pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra”. Hebreus 11:37, 38. 

Os netzarim, foram perseguidos e mortos, eram seguidores de יהשועה Yahshuah há Mashyah! Eram o grupo que compunham o cavalo branco de Apocalipse, representados pela kehilah de Efsiyah (igreja de Éfeso). As catacumbas proporcionavam abrigo a milhares. Por sob as colinas, fora da cidade de Roma, longas galerias tinham sido feitas através da terra e da rocha; o escuro e complicado trama das comunicações estendia-se quilômetros além dos muros da cidade. Nestes retiros subterrâneos, os seguidores de Mashyah sepultavam os seus mortos. Durante este terrível período satanás não conseguiu deturpar a verdade. Mesmo naqueles primeiros tempos, viu ele, insinuando-se, erros que preparariam o caminho para o desenvolvimento do papado, o que aconteceu gradativamente nos quatro séculos  posteriores. Pouco a pouco, silenciosamente, e depois mais as claras, a medida que o mistério da iniquidade crescia em força, e conquistava o domínio, isto foi acontecendo e se consolidou com o passar dos séculos, tanto que a  verdade hoje parece totalmente estranha e desconhecida, foi varrida da mente das pessoas. Quase imperceptivelmente os costumes greco romanos do paganismo foram se misturando com as verdades das Escrituras, surgindo assim um sistema que manipulou a mente grande massa, ignorante, maltratada, perseguida e sem informação, e a este sistema que anteriormente era o governo imperial romano, agora com uma roupagem religiosa, nesta ocasião substitui o imperador pelo bispo de Roma. Neste cenário mutante, Constantino – imperador romano, antes de uma batalha, teve uma visão no céu, quando olhava para o sol, viu as letras gregas XP (Chi - Rho, as primeiras duas letras de Χριστός, "Cristo") entrelaçadas com uma cruz apareceram-lhe enfeitando o sol, juntamente com a inscrição "In Hoc Signo Vinces" — latim para "Sob este signo vencerás". Constantino, que era pagão na altura (apesar de que provavelmente sua mãe fosse cristã), colocou o símbolo nos escudos dos seus soldados. Lutou e ganhou. Surgiu então o Cristo - do grego Xριστός, "Christós" - ungido dos raios do sol, que ficou no lugar do Mashyah – que significa ungido de Yah (Yahveh). Surgiu o cristianismo,  os seguidores de Cristo     

 MONOGRAMA DE CRISTO que até hoje é um símbolo papal. São as primeiras letras do nome de Cristo em grego.  O “X” pronuncia-se – quis    O  “P” tem um som “R” O Mashyah não é o Cristo! No primeiro século o grupo de seguidores do Mashyah, era chamado de netzarin – seguidores do Nazareno e não cristãos. A palavra “cristão” foi inserida nas bíblias que eram cópias em latim das Escritura hebraica. Surgiu o mistério da iniquidade! O que formou o mistério da iniquidade?: Os templos greco romanos inspiraram a substituição do Templo de Yahushalaim que os romanos destruíram no ano 70 por Tito. Sumo pontífice oficialmente foi colocado como uma imitação do Koren Gadol (Sumo Sacerdote) -  ano 508 Doutrina da trindade –  em lugar do Trono de Ambos (Zacarias 6:12 e 13) -ano 325. Espírito Santo substituiu o Rukha ou Ruach kadoch – vento, sopro, emanação  e ou poder sagrado. A Escritura –  Tanak - que foi traduzido para o greco  com o nome de Septuaginta,  continha o tetragrama sagrado, יַהְוֶה. Em cópias posteriores o tetragrama foi substituído pela palavra Kririos (Senhor) e na Vulgata Latina, a tradução para o Latim, foi inserido a palavra Deus – uma referência a Zeus IEVS, IESOUS depois Jesus com o surgimento da letra "J"  inventada pelo francês Pierre de la Rammé – significando "salve Zeus" ou IE- deus  + SUS  porco em hebraico e cavalo em latim um nome composto em blasfêmia cumprindo a profecia de Apo. 13:6  substituiu o único nome que salva  יהשועה Yahshuah (salvação de Yah)  O Mashyah – ungido de Yah – substituído por Cristo – ungido do sol.   Nazarenos foram substituídos por cristãos.  O nome da nação - Yahshorul - que significa Yah justo supremo por Israel - referência a Isis, Ra e Bel.  Ul him - que significa Soberano de poderes por - elohim - El - referencia a Bel   A cruz substituiu o madeiro ou estaca de tortura tornando-se um dos símbolos da nova religião.   As Escrituras eram proibidas, sob pena de morte, e só a tradução latina (em latim) era permitido serem ouvidas nas missas lidas apenas por padres e bispos.  Vulgata Latina,  substituiu a Tanak – (torah – ketuvim, e navyim) com o nome de “Velho Testamento”  e a  Brit hadashah, agora com novo nome – Novo Testamento, ambas traduzidas do grego e não da língua original dos profetas, discípulos e apóstolos, com adulterações dos nomes verdadeiros, que começam a serem distribuídas largamente por Sociedades Bíblicas, ao redor do mundo. O Festas do Eterno – os Moadim – foram deturpadas e esquecidas, substituídas por feriados cristãos observados até hoje em datas de um calendário romano. O calendário real com a contagem do tempo do Criador que se encontra nas Escrituras com o ano(movimento de translação) iniciando em Abibe foi substituído ela adoração a Jano deus de 2 faces. A lua que marca os meses e semanas (movimento de lunação e suas fases) com início na lua nova (primeira crescente) foi substituído num calendário apenas solar, as horas e o início do dia foi modificado para início a meia noite (o primeiro minuto depois da meia noite) Os movimentos de escrita originalmente, da direita para a esquerda, foi substituída pela escrita da esquerda para a direita. Os movimentos dos astros sol e lua que caminham no céu da direita para a esquerda, como indicadores do tempo,  foram substituídos por movimentos horários contrário a evolução natural,  inserido nos relógios artificiais com algarismos romanos no lugar de numerais. 



 O primeiro mês, conhecido por Abibe, e os outros meses, designados por numerais atualmente homenageiam deuses greco romanos, como: Jano - deus das 2 faces que olha para o futuro e o passado; Februária festa de oferenda aos mortos em Roma; Marte – deus da guerra; Abril – Aperire  - (abertura da flores) em honra a Afrodite; deusa Maia mãe de Mercúrio; deusa Juno; homenagem aos imperadores  Júlio césar e César Augusto. Os meses Setembro, referente a 7;  Outubro a 8; Novembro a 9 e Dezembro a 10, ficaram fora de lugar. O verdadeiro shabat, que sempre foi marcado como o sétimo dia após a lua nova, sendo seguido de 6 dias de trabalho, e seguindo assim como cada sétimo dia até o final da lunação (29 dias , 12 horas, 44 minutos e 33 segundo aproximadamente)  até a próxima lua nova, que está marcado no céu, nas fases da lua foi substituído por falsos dias de repouso, como o dia de saturno - saturnday e o domingo - dia do sol que acontece em semanas sequenciais.   A semana natural marcada pelas fases da lua foi substituida pelo mito das semanas sequenciais. Foi criado, e ocultado o calendário Juliano com 8 (oito) dias representados por letras de “A” até a letra “H” e mudado aleatoriamente sempre os pontífice achassem necessário. Doutrinas, cerimônias idolátricas, ritos, superstições, deram origem a cultos e missas, trazendo em seu seio toda a sorte de crendices, em substituição a verdadeira adoração implantada biológica, astronômica e cronologicamente através da pura palavra do Soberano Yahveh. Esses fatores juntos ou fracionados, formam o mistério da iniquidade, um poder, rotina, crença governo monárquico, uma religião mãe e suas filhas, (as ramificações com algumas diferenças) que hoje se assenta em diálogos ecumênicos, ou são observadores de tais diálogos, une hoje os pretensos seguidores do “Cristo”, em baixo de uma mesma bandeira levantada por Constantino, consolidada pelo papado e que hoje leva o nome de cristianismo. Satanás conseguiu pela habilidade e artimanha o que não pode conseguir pela força! Sempre houve e haverá duas classes de pessoas, os que se conformam e adequam suas vidas com o erro, e os que se afastam e defendem a verdade mesmo sob lutas, pessoas cuja presença e ensinos causam ódio e oposição. O Príncipe da Paz, veio trazer a espada. A espada nas mãos daqueles que odeiam a pureza das Escrituras. E a paz que inunda os que aceitam os sagrados ensinos, e estão reconciliados na shalom de Yah! 

Por
Ivonil F.Carvalho

Diná Soares


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