APENAS 10 PERGUNTAS! "E como dizes rico sou estou enriquecido e de nada tenho falta;
E não sabes que és um povo desgraçado e miserável, e pobre e CEGO... nu... Apo,,3, 14-22.
Essa é uma das muitas profecias que estão cumprindo na sua integra em nos dias; São tantos "experto" pseudo-s pregadores de uma suposta verdade...não entendendo nem o que diz e nem o que afirmam. 1ª Tim 1,6,7.
Que nos faz lembrar da frase do poeta-filososfo...o dia em que os "idiotas quiseram governar". A maioria deles não conhecem os princípios rudimentares da religião e da historia; E querem ser ensinadores daquilo que nem sabem seus princípios fundamentais.
E o grande problema é que eles falam demais, quando deveriam ouvir e ler mais e falar menos ; e assim nunca sobra tempo para aprender. Deveriam pelo menos seguir o conselho do sábio Salomão...Até o tolo quando se cala será reputado por sábio, e o que cerrar seus lábios por entendido; Prov, 17,11128.
Já que tem tantos ensinadores aqui; lanço um desafio a todos os que querem ensinar em vez de aprenderem.
È o desafio das 10 perguntas.
1ª pergunta....quais os significados das profecias do livro de Daniel...a estatua cap-2, "uma estatua com cabeça de ouro, peito de prata ventre e coxas de bronze, pés e dedos de ferro e barro, destruída pela pedra que formou um grande monte na terra.
Os 4 animais do cap´ 7 um leão, um urso, uma pantera com 4 cabeças .
um animal estranho com 10 chifres, e mais um chifrinho que tinha olhos e uma boca que falava blasfêmias contra o Eterno, e que faria guerra contra o povo de Yahweh=Yarrueh e os venceria.
A visão do cap-8, dum carneiro com 2 chifres e um bode peludo com um grande chifre entre os olhos que foi quebrado e nasceram 4 em seu lugar. e as 23000 tardes ema nhãs.
A profecia do cap-9, as 70 semanas e a vinda do mashiach e o seu concerto com muitos durante uma semana, a ultima.
2ª pergunta....segundo a profecia das 70 semanas que anunciava a chegada do messias; Ele chegaria num tempo pre-fixado pela cronologia profética; segundo esses dados o mashiach apareceria no final das 69 semanas...sabe e entende desde a saída da ordem...até ao mashiac haverá 7 semana, e 62 semanas;
Isso indicava que seria numa data X, qual foi essa data, que dia ele recebeu a tevilah=imerssão, e quanto tempo ele anunciou a boa nova do reino do pai, que ano iniciou que dia ele morreu na estaca de execução, e que ano terminou?.
Quantos dias o messias disse que ficaria na sepultura, e que dia ele morreu e em que dia ressuscitou dos mortos?. E se como dizem, é o anti-cristo quem vai fazer um concerto com a nação de Israel; então o messias não fez o concerto no madeiro, já que a profecia fala de um único concerto, não existe dois; e se o messias não fez esse concerto, porque estão lendo o novo Testamento (concerto) e falando dele?
2ª pergunta...porque Yahshuah disse aos seus seguidores yahudim=judeus, que quando eles vissem Jerusalem cercada de exércitos (lukas 21,20-22.) era para eles fugirem, como seria ou foi possível fugir da cidade se ela estaria cercada de Exércitos?
3ª pergunta...o que yahshuah quis ensinar quando disse...haverá uma tão grande tribulação como nunca houve desde que ha homem sobre a terra e nem jamais haverá..se não fossem abreviados aqueles dias nenhuma carne se salvaria, mas por amor aos escolhidos serão abreviado aqueles dias. Quantos, quando, onde e quais os dias que seriam ou foram abreviados?
4ª pergunta....A que se referem as 7 cartas de Yahshuah as kehilah-igreja.do Apo,?
5ª pergunta...de que falam os 7 selos do Apo, porque um cavalo era branco, outros amarelo, vermelho e preto? E também porque a "morte e o inferno" seguiam o cavalo amarelo; o inferno da teologia popular anda de um lugar para outro?
6ª pergunta...qual o significado das 7 trombetas e das 7 pragas?
7ª pergunta. ao que se refere as passagens de 3,5 anos-42 meses-1260 anos (são 7 as passagens proféticas)?
8ª pergunta...quem e a mulher do capitulo 12 de Apo, e porque ela estava vestida do sol com a lua debaixo dos pés, e grávida com ânsias de dar a luz; qual o filho que ela deu a luz, que deserto ela foi e ficou por 1260 dias?
9ª pergunta...Porque em Apo, 17, diz que a besta 666 é o 8º rei e ao mesmo tempo ela é dos 7 reis? Já virem um rei ser o 8º e ao mesmo tempo ser dos 7?
E que ela faria ou fez guerra contra os santos e os venceria e ou venceu por 42 meses , e 3,5 anos, ou 1260 dias. Quando houve e ou haverá essa guerra contra os santos, e quem são esses santos, já que a pregação da grande maioria diz que os santos não passarão por essa tribulação; como reparar essa discordância gritante, entre a palavra profética e a teoria religiosa?
10ª pergunta....o que significa a passagem em Apo, 12,17 e 19,10...os santos são os que guardam os mandamentos de yahweh e tem o testemunho de yahshuah.
E que o testemunho de yahshuah é o rukha nevuat? Quem é esse rukha nevuat?
São perguntas pertinentes a pregação da boa nova do reino de Yahweh=Yarrueh trazida pelo Mahsiach.
Para ser pregador dessa boa nova é preciso saber as respostas dessas e outras perguntas referentes ao caminho da salvação; quem não tiver apto; que cale-se; já que a advertência é muita séria para quem...acrescentar e ou tirar qualquer coisa dessa profecia, será acrescentada sobre ele as pragas escritas nesse livro; e tirada a sua parte no livro da vida e da cidade santa que estão escritas nesse livro Apo,22,18,19. Ivonil Ferreira de Caralho-Jatai-go-Brasil
Um povo para ser destacado dentre as nações precisa conhecer sua identidade, buscando profundamente suas raízes.
Os povos formadores do tronco racial do Brasil são perfeitamente conhecidos, como: o índio, o negro e o branco, destacando o elemento português, nosso colonizador. Mas, quem foram estes brancos portugueses? Pôr que eles vieram colonizar o Brasil? Viriam eles atraídos só pelas riquezas e Maravilhas da terra Pau-Brasil? A grande verdade é que muitos historiadores do Brasil colonial ocultaram uma casta étnica que havia em Portugal denominada por cristãos novos, ou seja, os Judeus! Pôr que? (responder esta pergunta poderia ser objeto de um outro artigo). Em 1499, já quase não havia mais judeus em Portugal, pois estes agora tinham uma outra denominação: eram os cristãos novos. Eles eram proibidos de deixar o país, a fim de não desmantelar a situação financeira e comercial daquela época, pois os judeus eram prósperos.
Os judeus sefarditas, então, eram obrigados a viver numa situação penosa, pois, por um lado, eram obrigados a confessar a fé cristã e por outro, seus bens eram espoliados, viviam humilhados e confinados naquele país. Voltar para a Espanha, de onde foram expulsos era impossível, bem como seguir em frente, tendo à vista o imenso oceano Atlântico. O milagre do Mar Vermelho se abrindo, registrado no Livro de Êxodo, precisava acontecer novamente.
Naquele momento de crise, perseguição e desespero, uma porta se abriu: providência divina ou não, um corajoso português rasga o grande oceano com sua esquadra e, em abril de 1500, o Brasil foi descoberto.
Na própria expedição de Pedro Álvares Cabral já aparecem alguns judeus, dentre eles, Gaspar Lemos, Capitão-mor, que gozava de grande prestígio com o Rei D. Manuel. Podemos imaginar com que tamanha alegria regressou Gaspar Lemos a Portugal, levando consigo esta boa nova: – descobria-se um paraíso, uma terra cheia de rios e montanha, fauna e flora jamais vistos. Teria pensado consigo: não seria ela uma “terra escolhida” para meus irmãos hebreus? Esta imaginação começou a tornar-se realidade quando o judeu Fernando de Noronha, primeiro arrendatário do Brasil, demanda trazer um grande número de mão de obra para explorar seiscentas milhas da costa, construindo e guarnecendo fortalezas na obrigação de pagar uma taxa de arrendamento à coroa portuguesa a partir do terceiro ano. Assim, milhares e milhares de judeus fugindo da chamada “Santa Inquisição” e das perseguições do “Santo Ofício” de Roma, começaram a colonizar este país.
Afinal, os judeus ibéricos, como qualquer outro judeu da diáspora, procurava um lugar tranqüilo e seguro para ali se estabelecer, trabalhar, e criar sua família dignamente. O tema é muito vasto e de grande riqueza bibliográfica e histórica.
Assim, queremos com esta matéria abordar ligeiramente o referido tema, despertando, principalmente, o leitor interessado que vive fora da comunidade judaica. Neste pequeno estudo, queremos mencionar a influência judaica na formação da raça brasileira, apresentando apenas alguns fatos históricos importantes ocorridos no Brasil colonial, destacando uma lista de nomes de judeus portugueses e brasileiros que enfrentaram os julgamentos do “Santo Ofício” no período da Inquisição.
Os fatos históricos são muitos e podem ser encontrados em vários livros que tratam com detalhes desse assunto, como já mencionado.
Comecemos, então, apresentando um pequeno resumo da história dos judeus estendendo até ao período do Brasil Colonial. Desde a época em que o Rei Nabucodonosor conquistou Israel, os hebreus começaram a imigrar-se para a península ibérica. A comunidade judaica na península cresceu ainda mais durante os séculos II e I a.C., no período dos judeus Macabeus. Mais tarde, depois de Cristo, no ano 70, o imperador Tito ordenou destruir Jerusalém, determinando a expulsão de todo judeu de sua própria terra. A derrota final ocorreu com Bar Kochba no ano 135 d.C, já na diáspora propriamente dita. A história confirma a presença dos judeus ibéricos, também denominados “sefaradim”, nessa península, no período dos godos, como comprovam as leis góticas que já os discriminavam dos cristãos. As relações judaico-cristãs começaram a agravar-se rapidamente após a chegada a Portugal de 120.000 judeus fugitivos e expulsos pela Inquisição Espanhola por meio do decreto dos Reis Fernando e Isabel em 31.03.1492. Não demorou muito, a situação também se agravava em Portugal com o casamento entre D. Manoel I e Isabel, princesa espanhola filha dos reis católicos. Várias leis foram publicadas nessa época, destacando-se o édito de expulsão de D. Manoel I. Mais de 190.000 judeus foram forçados a confessar a fé católica, e após o batismo eram denominados “cristãos novos”, quando mudavam também os seus nomes. Várias atrocidades foram cometidas contra os judeus, que tinham seus bens confiscados, saqueados, sendo suas mulheres prostituídas e atiradas às chamas das fogueiras e as crianças tinham seus crânios esmagados dentro das próprias casas.
O descobrimento do Brasil em 1500 veio a ensejar uma nova oportunidade para esse povo sofrido. Já em 1503 milhares de “cristãos novos” vieram para o Brasil auxiliar na colonização. Em 1531, Portugal obteve de Roma a indicação de um Inquisidor Oficial para o Reino, e em 1540, Lisboa promulgou seu primeiro Auto de fé. Daí em diante o Brasil passou a ser terra de exílio, para onde eram transportados todos os réus de crimes comuns, bem como judaizantes, ou seja, aqueles que se diziam aparentemente cristãos novos, porém, continuavam em secreto a professar a fé judaica. E é nesses judaizantes portugueses que vieram para o Brasil nessa época que queremos concentrar nossa atenção.
De uma simples terra de exílio a situação evoluiu e o Brasil passou a ser visto como colônia. Em 1591 um oficial da Inquisição era designado para a Bahia, então capital do Brasil. Não demorou muito, já em 1624, a Santa Inquisição de Lisboa processava pela primeira vez contra 25 judaizantes brasileiros (os nomes abaixo foram extraídos dos arquivos da Inquisição da Torre do Tombo, em Lisboa). Os nomes dos judaizantes e os números dos seus respectivos dossiês foram extraídos do Livro: “Os Judeus no Brasil Colonial” de Arnold Wiznitzer – página 35 – Pioneira Editora da Universidade de São Paulo:
Alcoforada, Ana 11618.
Antunes, Heitor 4309.
Antunes, Beatriz 1276.
Costa, Ana da 11116.
Dias, Manoel Espinosa 3508.
Duarte, Paula 3299.
Gonçalves, Diogo Laso 1273.
Favella, Catarina 2304.
Fernandes, Beatriz 4580.
Lopes, Diogo 4503.
Franco, Lopes Matheus 3504.
Lopes, Guiomar 1273.
Maia, Salvador da 3216.
Mendes, Henrique 4305.
Miranda, Antônio de 5002.
Nunes, João 12464.
Rois, Ana 12142.
Souza, João Pereira de 16902.
Teixeira, Bento 5206.
Teixeira, Diogo 5724.
Souza, Beatriz de 4273.
Souza, João Pereira de 16902.
Souza, Jorge de 2552.
Ulhoa, André Lopes 5391.
Continuando nossa pesquisa, podemos citar outras dezenas e dezenas de nomes e sobrenomes, devidamente documentados, cujas pessoas foram também processadas a partir da data em que a Inquisição foi instalada aqui no Brasil. É importante ressaltar que nesses processos os sobrenomes abaixo receberam a qualificação de “judeus convictos” ou “judeus relapsos” em alguns casos. Por questão de espaço citaremos apenas nesta primeira parte os sobrenomes, dispensando os pré-nomes:
A lista dos sobrenomes citados acima não exclui a possibilidade da existência de outros sobrenomes portugueses de origem judaica. (Fonte: Extraído do livro: “Raízes judaicas no Brasil” – Flávio Mendes de Carvalho – Ed. Nova Arcádia 1992).
Todos esses judeus brasileiros, cujos sobrenomes estão citados acima, foram julgados e condenados pela Inquisição de Lisboa, sendo que alguns foram deportados para Portugal e queimados, como, por exemplo, o judeu Antônio Felix de Miranda, que foi o primeiro judeu a ser deportado do Brasil Colônia. Outros foram condenados a cárcere e hábito perpétuo.
Quando os judeus aqui chegavam, desembarcavam na maioria das vezes na Bahia, por ser naquela época o principal porto. Acompanhando a história dessas famílias, nota-se que grande parte delas se dirigia em direção ao sul, muitas vezes fixando residência nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Outros subiam em direção ao norte do país, destacando a preferência pelos estados de Pernambuco e Pará. Esses estados foram bastante influenciados por uma série de costumes judaicos. É importante ressaltar que não podemos afirmar que todo brasileiro, cujo sobrenome constante desta lista acima, seja necessariamente descendente direto de judeus portugueses.
Para saber-se ao certo necessitaria uma pesquisa mais ampla, estudando a árvore genealógica das famílias, o que pode ser feito com base nos registros disponíveis nos cartórios. Mas, com certeza, o Brasil tem no seu sangue e nas suas raízes os traços marcantes deste povo muito mais do que se imagina, quer na sua espiritualidade, religiosidade ou mesmo em muitos costumes.
AS FROTAS DE HIRÃO E SALOMÃO NO RIO AMAZONAS (993 A960 a.C.)
Constatamos que o Brasil já se destaca dentre outras nações como uma nação que cresce rapidamente na direção de uma grande potência mundial. A influência histórica judaica sefardita é inegável. Os traços físicos de nosso povo, os costumes, hábitos e algumas tradições são marcas indubitáveis desta herança. Mas, há uma outra grande herança de nosso povo, a fé. O brasileiro na sua maioria pode ser caracterizado como um povo de fé, principalmente, quando esta fé está fundamentada no conhecimento do Deus de Abraão, Isaque e Jacó, ou seja, no único e soberano Deus de Israel.
Isto sim tem sido o maior, o melhor e o mais nobre legado do povo judeu ao povo brasileiro e à humanidade.
O tratado de Henrique Onfroy de Thoron sobre o suposto país Ophir, publicado em Manaus, em 1876, e reproduzido em As Duas Américas, de Cândido Costa, em 1900, é um trabalho completo que acabou com todas as lendas e conjeturas a respeito das misteriosas viagens da frota de Salomão. Thoron sabia latim, grego e hebraico, e conhecia a língua tupi, como também a língua “quíchua”, que é ainda falada nas terras limítrofes entre o Brasil e o Peru. Da Bíblia hebraica prova ele, palavra por palavra, que a narração dada no 1o. livro dos Reis, sobre a construção, a saída e viagem da frota dos judeus, junto à frota dos fenícios, refere-se unicamente ao rio Amazonas.
As viagens repetiram-se de três em três anos; as frotas gastaram um ano entre os preparativos e a viagem de ida e volta, e ficaram dois anos no Alto Amazonas, para organizar a procura do ouro e de pedras preciosas. Estabeleceram ali diversas feitorias e colônias, e ensinaram aos indígenas a mineração e lavagem de ouro pelo sistema dos egípcios, descrito por Diodoro, minuciosamente, no 3º livro, cap. 11 e 12. Ali, no Alto Amazonas, exploraram as regiões dos rios Apirá, Paruassu, Parumirim e Tarchicha. No livro dos Reis, da Bíblia, está bem narrado quantos quilos de ouro o rei Salomão recebeu dessas regiões amazônicas. O mister de nosso trabalho é principalmente a exata historiografia, e por isso devemos acrescentar aqui algumas explicações históricas que não se encontram no trabalho de Thoron. Quando o Brasil era colônia de Portugal, os seus destinos eram dirigidos em Lisboa. Quando chegaram aqui os antigos descobridores, dependeram também, para o desenvolvimento de suas empresas, da situação política dos países do Mediterrâneo.
Os fenícios tiveram sempre muitos inimigos que invejavam as suas riquezas; mas, bons diplomatas, com ninguém brigaram, nunca fizeram guerras agressivas e, em toda parte, solicitaram alianças políticas e comerciais. Assim, esse povo pequeno, que nunca foi mais de meio milhão de almas, espalhado sobre centenas de colônias longínquas, pôde conservar, durante dois milênios, um grande domínio marítimo e colonial.
O rei David, dos judeus, havia fundado um poderoso reino, que atingiu seu apogeu no longo governo de Salomão. Os fenícios mostraram-se muito amigos de seu grande vizinho, que lhes forneceu principalmente trabalhadores, que faltavam na Judéia.
Ambos os países estiveram também em boas relações com o Egito, onde reinava a dinastia dos Tanitas. Essa “Tríplice Aliança” deu a seus componentes uma certa segurança contra os planos conquistadores dos Assírios, e favoreceu as empresas coloniais, no Atlântico. Mas, em 949 a.C., apoderou-se o chefe dos mercenários líbicos, Chechonk, do governo do Egito e destronou a dinastia dos Tanitas. Esse chefe não era amigo do rei Salomão, tendo este querido repor a dinastia caída. Chechonk vingou-se, incitando Jeroboão a fazer uma revolução contra Salomão, e tornou-se o instigador da divisão do reino judaico em dois Estados. Jeroboão ficou como rei das províncias do Norte e Roboão, filho de Salomão, ficou com Jerusalém e a província da Judéia. Depois, no quinto ano de governo de Roboão, apareceu Chechonk com grandes exércitos na Judéia, sitiou Jerusalém e obrigou Roboão a entregar-lhe quase todos os objetos de ouro do templo. Assim, levou Chechonk a maior parte do ouro que
Inscrições encontradas na Paraíba
Salomão recebera da Amazônia, além de quatro grandes escudos que pesavam 5 quilos de ouro, cada um, para o Egito. O usurpador mandou colocar no templo de Amon, em Karnac, uma grande lápide, na qual são narrados todos os pormenores dessa guerra contra a Judéia e enumeradas as peças de ouro que o vendedor trouxe para colocá-las nos templos egípcios. Essa lápide ainda hoje existe.
É certo que os judeus fundaram nas regiões do Alto Amazonas algumas colônias, onde negociavam, e ali se mantiveram durante muitos séculos, tendo deixado, indubitavelmente, rastros da civilização e da língua hebraica. Também o nome Solimões, para o curso médio do grande rio, tem a sua origem no nome do rei Salomão, cuja forma popular era sempre Solimão.
É conhecida a grande amizade e forte aliança entre Salomão e Hirão. Além de servir-se Salomão da frota marítima dos fenícios, numa associação de interesses comerciais, recorreu a Hirão, quando da construção de seu templo, tendo o rei de Tiro designado um seu homônimo, o arquiteto Hirão, para comandar os trabalhos da construção do templo.
Um documento assírio do ano 876 a.C. refere-se ao tributo que os habitantes de Tiro eram obrigados a pagar ao seu país para manterem por algum tempo aparente independência: “grande quantidade de ouro, prata, chumbo, bronze e marfim, 35 vasos de bronze, algumas vestimentas de cores vivas e um delfim”.
Examinem todas as instituições políticas, civis e religiosas; ou eu muito me engano ou vocês verão nelas o gênero humano subjugado, a cada século mais submetido ao jugo de um punhado de meliantes”
SÓ HÀ UM BEM QUE O SABER;
E SÓ UM MAL QUE É A IGNORANCIA
“Justiça tardia não é justiça,
Senão injustiça qualificada e manifesta” RUI BARBOSA.
Platão e as classes de uma sociedade hierarquizada “sem classes”: "Sois todos irmãos os que fazeis parte do Estado; mas o Deus que vos criou fez entrar o ouro na composição de vós outros que sois aptos para governar. Por isso mesmo os tais são mais preciosos. Misturou prata na constituição dos guerreiros; o ferro e o cobre na dos lavradores e artífices".
AQUELE QUE HOJE NÃO COMPRA UM KL DE OURO POR UM CENTAVO
A MANHÃ PODERÁ COMPRARA UM KL DE FENO POR UM MILHÃO!
“o indivíduo é nesse caso posto de lado como um inseto desagradável: está baixo demais para poder despertar por mais tempo sentimentos torturantes em um dominador do mundo. (...) Assim também se passa com o juiz injusto, com o jornalista que com pequenas deslealdades induz em erro a opinião pública.”
Platão e as classes de uma sociedade hierarquizada “sem classes”:"Sois todos irmãos os que fazeis parte do Estado; mas o Deus que vos criou fez entrar o ouro na composição de vós outros que sois aptos para governar. Por isso mesmo os tais são mais preciosos. Misturou prata na constituição dos guerreiros; o ferro e o cobre na dos lavradores e artífices".
Os otimistas as vezes erram
Os pessimistas já nascem errados.
Os homens comuns discutem opiniões.
Os homens sábios discutem idéias.
Um homem falto de inteligência quando sai de uma faculdade com um diploma de dr.
Não passará nunca de um burro carregado de livros.
MAIS VALE UM CÃO VIVO
DO QUE UM LEÃO MORTO!
PARA INALAR O PERFUME DAS ROSAS
É PRECISO VENCER ANTES, OS ESPINHOS
Devemos preocupar não é com o grito dos maus
Mas, com o silencio dos bons
A vitoria não é dos que saem na frente
Mas dos que completam a carreira
A BIBLIA FOI O PRIMEIRO LIVRO A SER IMPRESSO
ENTRE 1450 A 1455 ERA ATUAL
PELO ALEMÃO JOHN GUTEMBERG
EM 2 VOLS-DE 1285 PGS-DE 42 LINHAS CADA.
SIMONIA-NO GREGO
VENDA DE COISA SAGRADA
PORCEMONIA-GREGO
AVAREZA
A LITROSFERA (CROSTA DA TERRA)
VAI DE 2900 KMS À 6370 KMS
NO CENTRO DO GLOBO
OBLAÇÃO=OFERTA A DIVINDADE
LIBAÇÃO=DERRAMAMENTO DE LIQUIDO Á DIVINDADE
O AR QUE RESPIRAMOS CONTEM
78% DE NITROGENIO
21% DE OXIGENIO
1% OUTROS GAZES
É IMPOSSIVEL GOVERNAR O MUNDO PERFEITAMENTE
SEM DEUS E A BIBLIA...GEORGE WASHINGTOM
A POPULAÇÃO MUNDIAL=CERCA DE 7 BILHÕES DE PESSOAS.
20% NOS PAISES DESENVOLVIDOS;
FICAM COM A BAGATELA DE 80% DAS RIQUEZAS DO PLANETA;
ENQUANTO QUE OS 80% RESTANTES FICAM COM APENAS 20% DESTA RIQUEZA.
A LINGUA PORTUGUESA NASCEU EM 1195 ORIGINADA DO LATYM.
TEM CERCA DE 400.000 PALAVRAS É MAIS RICA DO MUNDO
A ÁGUIA AOS 40 ANOS DE IDADE RENOVA BICO UNHAS E PENAS
DURANTE 5 MESES; E DEPOIS DE RENOVADA ELA VIVE AINDA CERCA DE 30 ANOS.
A LEI DE LAMARK
SE USA UM OBJETO ESTE RENOVA
SE NÃO ELE RETRAI.
A SIMBIOSE É O EFEITO DE TRANSFORMAR O CARBONO EM NITROGENIO ATRAVÉS DAS PLANTAS POR MEIO DS BACTERIAS.
DE QUE VALE AS LEIS SE FALTA AOS HOMENS
O SENSO DE JUSTIÇA...RUY BARBOSA.
MAIS VALE UM JUIZ BOM E PRUDENTE
QUE UMA LEI BOA.
COM UM JUIZ MAU E INJUSTO,
UMA LEI BOA DE NADA SERVE....CÓDIGO GERAL DA SUECIA DE 1734.
NAÇÃO DESENVOVIDA
É POVO QUE LÊ..PRESIDENTE MEDICCI.
UMA GRANDE NAÇÃO SE FAZ COM
HOMENS E LIVROS. RUI BARBOSA
EXISTEM NO MUNDO CERCA DE 5740 LINGUAS E DIALETOS.
ENTRE CERCA DE 7 BILHÕES DE PESSOAS.
ENTRE OS 35 PAIZES DA AMERICA LATINA
O BRASIL (PASMEM!) É O DE Nº 32 EM
VERBAS DESTINADAS À SAUDE.
ESQUISOFRENICO (ESQUISOFRENIA)
AQUELE QUE PINTA UM QUADRO IMAGINÁRIO
E VIVE DENTRO DELE!
AMOR; NO GREGO
HEROS=IMPULSO.
PHILIA=AMIZADE
ÁGAPE=FRATERNO.
ESPIRITISMO VEM DO GREGO
PNEUMA=FOLEGO
O SUFIXO ISMÓS=DOUTRINA FILOSOFICA
FORMA A PALAVRA ESPIRITISMO.
A BIOLOGIA
SE DIVIDE EM TRES PARTES
BOTÂNICA=PLANTAS.
ZOOLOGIA=ANIMAIS
ANATOMIA=HUMANOS.
FRADE VEM DO LATYM=IRMÃO
PADRE=PAI
GNOSTICISMO=REVELAÇÃO QUE SE JULGA ESTAR ACIMA DAS ESCRITURAS.
ANALFABETO FUNCIONAL=AQUELE QUE NÃO ENTENDE O QUE LÊ
UMA AÇÃO PROVOCA UMA REAÇÃO,
CONTRÁRIA DE FORÇA IGUAL...LEIS DA FISICA.
É impossível ser forte. Sem ser valente.! Alguém pergunta onde está a saída? outro responde depende! Depende de que? Pra onde voce quer ir!- A mais potente arma do opressor È a mente do oprimido! È impossível caminhar na fé! Estando amarrado à uma religião.
Atos-4:10 Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Yisrael, que em nome de Yeshua HaMashiach, HaNotzri, aquele a quem vós crucificastes e a quem Elohim ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este está são diante de vós. 4:11 Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. 4:12 E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. 4:13 Então eles, vendo a ousadia de Kefa e Yohanan, e informados de que eram homens sem letras e indoutos, maravilharam-se e reconheceram que eles haviam estado com Yeshua.
O hebraico é uma língua afro-asiática. Essa família linguística provavelmente se originou no Nordeste da África, e começou a divergir nos meados do oitavo milênio a.C.; de qualquer forma, existe grande debate em relação à data. (A teoria é defendida pela maioria dos linguistas e arqueólogos mas contraria a leitura tradicional da Torá). Os falantes do proto-afro-asiático expandiram-se para norte e acabaram por chegar ao Médio Oriente. No fim do terceiro milénio a.C. as línguas ancestrais como o aramaico, o ugarítico e várias outras línguas cananitas eram faladas no Levante ao lado dos influentes dialectos de Ebla e Acádia. À medida que os fundadores do hebraico migravam para o sul, onde receberiam influências do levante, tal como outros povos que empreenderam o mesmo caminho, como os filisteus, adoptaram os dialectos cananeus. A primeira evidência escrita do hebraico, o calendário de Gezer, data do século X a.C., os tempos dos reinados dos reis Davi e Salomão. Apresenta uma lista das estações e de actividades agrícolas com elas relacionadas. O calendário de Gezer (que recebeu o nome da cidade em cujas proximidades foi encontrado) está escrito em um alfabeto semítico antigo, aparentado ao fenício, o qual, passando pelos gregos e pelos etruscos, deu origem ao alfabeto latino usado hoje em quase todas as línguas europeias. O calendário de Gezer é escrito sem nenhuma vogal, e não usa consoantes substitutas de vogais mesmo nos lugares onde uma soletração mais moderna o requer (ver abaixo).
A verga Shebna, da tumba de um camareiro real achado em Siloé, datado do século 7 a.C.
Numerosas tabuletas mais antigas foram encontradas na região com alfabetos similares em outras línguas semíticas, por exemplo o proto-sinaítico. Acredita-se que as formas originais das letras do alfabeto são mais antigas que os hieróglifos da escrita egípcia, embora os valores fonéticos sejam sempre inspirados em princípios acrofónicos. O antepassado comum do hebraico e do fenício é chamado cananeu, e foi o primeiro a usar um alfabeto semítico distinto do egípcio. Um dos documentos cananeus antigos é a famosa Pedra Moabita; a inscrição de Siloam, encontrada próximo de Jerusalém, é um exemplo antigo do hebraico. Outros escritos hebraicos menos antigos incluem o óstraca encontrado perto de Laquis (Lachish) e que descreve os eventos que precedem a captura final de Jerusalém por Nabucodonosor II e o cativeiro na Babilónia de 586 a.C.. O escrito mais famoso originalmente em hebraico é o Tanakh, base das Escrituras Sagradas hebraicas, apesar de as datas em que teria sido escrito ainda sejam disputadas (Ver datar a bíblia). As cópias existentes mais antigas foram encontradas entre os manuscritos do Mar Morto, escritos entre o século II a.C. e o século I d.C.. A língua formal do império babilónico era o aramaico (cujo nome deriva de Aram Naharayim, "Mesopotâmia", ou de Aram, "terras altas" em cananeu e o antigo nome da Síria). O Império Persa, que conquistou o império babilónico poucas décadas depois do início do exílio judeu, adoptou o aramaico como língua oficial. O aramaico é também uma língua semítica norte-ocidental, bastante semelhante ao hebraico. O aramaico emprestou muitas palavras e expressões ao hebraico, principalmente devido a ser a língua utilizada no Talmude e noutros escritos religiosos. Além de numerosas palavras e expressões, o hebraico também recebeu do aramaico o seu alfabeto. Apesar de as letras aramaicas originais terem origem no alfabeto fenício que era usado no antigo Israel, divergiram significativamente, tanto às mãos dos judeus como dos mesopotâmios, assumindo a forma que hoje nos é familiar cerca do século I a.C.. Escritos desse tempo (especialmente notáveis são os manuscritos do Mar Morto encontrados em Qumran) foram redigidos com um alfabeto muito semelhante ao "quadrático" ainda hoje usado. Os judeus que viviam mais ao norte ou no Império Persa aos pouco foram adotando o segmento aramaico, e o hebraico rapidamente caiu em desuso. Contudo, como essa literatura é parte integrante das escrituras, os caracteres ainda hoje permanecem preservados em outros idiomas. Pelos seguintes 700 anos, o aramaico tornou-se a língua vernácula da Judéia restaurada. Obras famosas escritas em aramaico incluem o Targum, o Talmude e diversos livros de Flávio Josefo, embora muitos desses últimos não foram preservados em sua forma original. No seguimento da destruição de Jerusalem e do Segundo Templo, no ano 70 d.C., os judeus começaram gradualmente a dispersar-se da Judeia para o resto do mundo conhecido à época. Por muitos séculos o aramaico permaneceu como a língua falada pelos judeus da Mesopotâmia, e o Lishana Deni[3], conhecido também como "judaico-aramaico", é um moderno descendente que ainda é falado por uns poucos milhares de judeus (e muitos não-judeus) na região conhecida como Curdistão; contudo, essa língua gradualmente cedeu lugar ao árabe, como deu lugar a outros falares locais em países para os quais os judeus emigraram. O hebraico não foi usado como uma língua falada por aproximadamente 2.300 anos, ou seja, foi considerada uma língua morta, assim como o latim. Contudo, os judeus sempre dedicaram muito esforço para manter altos níveis de alfabetização entre eles, com o principal propósito de permitir a todo judeu consultar como se estivesse manipulando os originais da Bíblia hebraica e as obras religiosas que a acompanham. É interessante notar que as línguas que os judeus adotaram em seus países de residência, nomeadamente o ladino e o iídiche não estavam diretamente relacionadas com o hebraico (a primeira baseada no espanhol peninsular com empréstimos árabes, e a última um antigo dialeto do alemão medieval), contudo, ambas foram escritas da direita para a esquerda, utilizando o alfabeto hebraico. O hebraico foi também usado como uma língua de comunicação entre os judeus de diferentes países, particularmente com o propósito de facilitar o comércio internacional. A mais importante contribuição para a preservação da leitura (sem pronúncia) do hebraico tradicional nesse período foi aquelas dos eruditos chamados massoretas (da palavra masoret, que significa "folclore" ou "tradição"), ocorrida a cerca do século VII ao X criou algumas marcações suplementares para indicar a posição onde deveriam existir vogais, assim como a acentuação tônica e os métodos de recitação. desse modo, os textos originais hebraicos que usavam apenas as consoantes passaram a contar com as vogais, entretanto, algumas consoantes foram usadas para indicar vogais longas. Na época dos massoretas esse texto era considerado muito sagrado para ser alterado, assim todas as marcações foram adicionadas na forma de diacríticos (pontinhos e pequenos traços) dentro e ao redor das letras.
O reviver do hebraico como língua mãe foi iniciado com os esforços de Eliezer Ben-Yehuda. Anteriormente um ardente revolucionário na rússia czarista, Ben-Yehuda juntou-se ao Movimento Nacional Judaico e emigrou para a Palestina em 1881. Motivado pelos ideais que o circundavam de renovação e de rejeição do estilo de vida dos judeus da diáspora, dedicou-se a desenvolver uma nova língua que os judeus pudessem usar para a comunicação do dia-a-dia.
Apesar de a princípio o seu trabalho ter sido desprezado, a necessidade de uma língua comum começou a ser entendida por muitos. Em breve seria constituido o Comité da Língua Hebraica. Mais tarde tornar-se-ía a Academia da Língua Hebraica, uma organização que existe actualmente. Os resultados do seu trabalho e do do comité foram publicados num dicionário (O Dicionário Completo de Hebraico Antigo e Moderno). O trabalho de Ben-Yehuda acabou por encontar solo fértil e no princípio do século XX, o hebraico estava a tornar-se a principal língua das populações judias.
Ben-Yehuda baseou o hebraico moderno no hebraico bíblico. Quando o comité decidia inventar uma nova palavra para um determinado conceito, Yehuda procurava em índices de palavras bíblicas e dicionários estrangeiros, particularmente de árabe. Enquanto que Yehuda preferia as raízes semíticas às europeias, a abundância de falantes europeus de hebraico levou à introdução de muitas palavras estrangeiras. Outras mudanças que tiveram lugar à medida que o hebraico voltava à vida foram a sistematização da gramática, uma vez que a sintaxe biblica era por vezes limitada e ambígua; e a adopção da pontuação ocidental. A influência do russo é particularmente evidente no hebraico. Por exemplo, o sufixo russo -ácia é usado em nomes onde o português usa o sufixo -ação. Isto aconteceu tanto em empréstimos directos do russo, como por exemplo "industrializacia", industrialização, e em palavras que não existem em russo. A influência do inglês é também muito forte, parcialmente devido à administração britânica da palestina, que durou cerca de 30 anos, e devido a laços fortes com os Estados Unidos. A influência do alemão integrada ao iídiche é bem acentuada, nomeadamente nos diminutivos. Finalmente o árabe, sendo a língua de numerosos judeus Mizraicos e Sefarditas imigrados ou com nacionalidade de países árabes, assim como os palestinianos e árabes israelitas, teve uma influência importante no hebraico, especialmente no calão. O hebraico moderno é escrito com um alfabeto conhecido como " quadrático". É o mesmo alfabeto, em última análise derivado do aramaico, que foi usado para copiar livros religiosos em hebraico durante dois mil anos. Este alfabeto tem também uma versão cursiva, que é usada para a escrita à mão. O hebraico moderno têm um jargão rico, que resulta de uma florescente cultura de juventude. As duas características principais deste jargão são os empréstimos do árabe (por exemplo, sababa, "excelente", ou kussémek, expressão de forte dissatisfação que é extremamente obscena tanto em árabe como em hebraico). Devido ao tamanho relativamente reduzido do vocabulário básico, numerosos empréstimos estrangeiros e a regras gramaticais relativamente simples, o hebraico é uma língua simples de aprender. Os israelitas toleram bastante os sotaques estrangeiros. O hebraico tem sido a língua de numerosos poetas, os quais incluem Raquel, Bialik, Shaul Tchernihovsky, Lea Goldberg, Avraham Shlonsky e Natan Alterman. O hebraico é ainda a língua de numerosos autores, um dos quais é o escritor Shmuel Yosef Agnon, laureado com o Prémio Nobel.
O hebraico é falado principalmente em Israel pelos seus cerca de 6 milhões de judeus tal como pelos dois milhões de árabes que lá vivem. No entanto, fora de Israel, judeus sefarditas, principalmente em França (com mais de meio milhão de judeus), e israelitas expatriados, principalmente nos Estados Unidos (cerca de meio milhão de pessoas), usam-na domesticamente. Normalmente, a maioria dos judeus asquenazes não nascidos em Israel (cerca de 8 milhões) consideram difícil usar o hebraico coloquialmente. A minoria (no máximo 20%) que frequenta escolas judaicas (yeshivas) normalmente tem uma familiaridade maior com o hebraico e consegue ler e até escrever hebraico mas só falam com fluência quando passam tempo suficiente em Israel e falam com falantes nativos de hebraico. Muitos judeus europeus e americanos nunca visitaram Israel e não conseguem dizer muito em hebraico. Desse modo o hebraico não é falado por eles nem entendido pela maioria dos judeus em muitas áreas fora de Israel onde há uma grande população judia, nomeadamente na Argentina, na Austrália, no Canadá, na França, no Brasil, na Alemanha, na Rússia, na África do Sul, Ucrânia, no Reino Unido e nos Estados Unidos Como parte do judaismo, o hebraico é usado em vários graus nos estudos religiosos e orações. Normalmente são os judeus ortodoxos que frequentam escolas de hebraico e escolas religiosas, enquanto que a maioria dos judeus tendem a ser fluentes nas línguas dos países onde vivem e menos interessados em aprender hebraico. Apesar disso, na América do Norte, iniciativas como o Programa de Aproximação Judia Nacional e as sinagogas oferecem cursos intensivos de hebraico a dezenas de milhares de judeus todos os anos para introduzir judeus adultos à leitura de hebraico pela primeira vez.
De acordo com o Ethnologue, os dialectos do hebraico incluem o hebraico padrão (israelita padrão, hebraico europeizado), hebraico oriental (hebraico arabizado e hebraico iemenita). Na prática há também o hebraico asquenaze, ainda usado de forma vasta nas cerimónias judaicas e nos estudos em Israel e no estrangeiro. Foi influenciado pelo iídiche. O hebraico sefardita é a base do hebraico padrão e não é muito diferente deste, mas tradicionalmente tem maior variedade de pronúncias. Foi influenciado pelo ladino. O hebraico mizrahi (oriental) é na realidade um grupo de dialectos falados liturgicamente por judeus em várias partes do mundo árabe e islâmico. Foi influenciado pelo árabe. Quase todos os emigrantes em Israel são encorajados a adoptar o hebraico moderno como a sua língua diária. Como dialecto, o hebraico padrão foi inicialmente baseado no hebraico sefardita, mas foi influenciado pela fonologia asquenaze até formar um dialecto moderno único. Por exemplo, o som da consoante resh no hebraico padrão atual se aproxima mais do som gutural que a letra "r" possui no alemão, no iídiche e no francês, que do seu som no dialeto sefardita, ou de seus equivalentes nas outras línguas semíticas. Assim como o som da letra "tz" (tzadi) que no hebraico moderno possui o som duplo semelhante ao "z" do alemão, e não a pronúncia sefardita e mizrahita que é semelhante ao "çad" do árabe.
[editar]Línguas fortemente influenciadas pelo hebraico
O iídiche, o ladino, o quaraim e o judeo-árabe foram todas muito influenciadas pelo hebraico. Nenhuma é completamente derivada do hebraico, mas todas estão cheios de empréstimos dele.[carece de fontes?]
* As várias representações ortográficas de cada um dos fonemas attests to the broader phonemic range de vogais em recentes formas de hebraico. Alguns linguistas acalmam a gramática hebraica individualmente de Schwa na—marcando como Schwa (ְ)—representando um sexto fonema, /ə/.
Cada vogal tem três formas: curta, longa e interrompida (hataf). Não há distinção audível entre as três no hebraico moderno de Israel, e o tipo de uma vogal é determinado inteiramente por sua posição em uma palavra. O hebraico antigo não tinha ditongos. Embora eles existam no hebraico moderno falado, as regras de gramática desencorajam seu uso. Assim, a raizY-Kh-L, segunda pessoa do singular do tempo futuro, será conjugada tuykhal, embora a forma correta seja tukhal. A fonética hebraica inclui um dispositivo especial chamado schwa. Há dois tipos de schwa: de repouso (nakh) e de movimento (na' ). O schwa de repouso é pronunciado como uma breve parada da fala. O schwa de movimento soa muito parecido com o schwa da língua inglesa. O hebraico também tem o dagesh, um "enfatizador". Há dois tipos de enfatizadores: o brando (qal, conhecido também como dagesh lene) e o forte (chazaq ou dagesh fortis). Há duas subcategorias de dagesh forte: forte estructural (chazaq tavniti) e o forte complementar (chazaq mashlim). O brando afeta os fonemas /v/ /g/ /d/ /kh/ /f/ /t/ no início de uma palavra, ou depois de um schwa de repouso. As ênfases do tipo forte estructural pertencem a certos padrões vocálicos (mishkalim e binyanim; ver a secção sobre gramática, a ser incluída a seguir). O dagesh forte complementar é acrescentado quando ocorre uma assimilação vocálica. Como mencionado antes, a ênfase influencia qual de um par de alófonos é pronunciado. Bastante interessante, evidência histórica indica que /g/, /d/ and /t/ costumavam ter versões de ênfase próprias, contudo elas desapareceram de virtualmente todos os dialetos falados do hebraico. Todas as outras consoantes, exceto as aspiradas, podem receber uma ênfase, mas seus sons não sofrerão mudanças.
As transcrições gregas apresentam indicações de que o hebraico bíblico manteve as consoantes gh e kh do proto-semítico por mais tempo do que o sistema de escrita pode sugerir. Assim, 'Amorá é traduzido como Gomorra para grego, enquanto que 'Eber é transcrito como Eber, sem o g intrusivo; dado que evidências comparativas semíticas mostram que ambos o *gh e o *' do proto-semítico se tornaram 'ayin no hebraico tardio. Isto sugere que a distinção ainda era mantida em tempos clássicos.
A palavra hebraica para verbo é po'al. Os verbos no hebraico são declinados pelo género, pessoa, número e tempo. A forma base para os verbos é a terceira pessoa masculina singular do passado activo do indicativo.
Há três pessoas na língua hebraica: a primeira pessoa, também chamada a "falante"; a segunda pessoa, a "presente"; e a terceira, a "escondida" (no presente todas as pessoas têm formas idênticas, diferindo apenas no número e género). Para cada pessoa há formas singulares e plurais. O dual arcaico presente no sistema nominal não é usado no sistema verbal. Usualmente a pessoa afecta o sufixo do verbo. Assim, lamadti significa "aprendi", lamadta significa "aprendeste", lamdu significa "aprenderam". A raiz lamd- mantém-se constante. O hebraico declina ainda com o género, distinguindo, por exemplo, entre lamadet ("aprendeste", no feminino) e lamadta ("aprendeste", no masculino).
Hoffman, Joel M, In the Beginning: A Short History of the Hebrew Language.New York: NYU Press. ISBN 0-8147-3654-8.
Izre'el, Shlomo, "The emergence of Spoken Israeli Hebrew", in: Benjamin Hary (ed.), The Corpus of Spoken Israeli Hebrew (CoSIH): Working Papers I (2001)
Kuzar, Ron, Hebrew and Zionism: A Discourse Analytic Cultural Study. Berlin & New York: Mouton de Gruyter 2001. ISBN 3-11-016993-2, ISBN 3-11-016992-4.