História da Inquisição
Portuguesa, Profecias e Verdade!
Houve-se exaustivamente falar que na Inquisição, o catolicismo,
perseguiu e matou milhares de cristãos. Será isto completamente verdade?
Sempre vinha a pergunta: Por que os céus dariam tanta “importância” a
região de Lisboa, a ponto de ser o grande epicentro da abertura do sexto
selo? Por que Portugal? Afinal não haviam outras nações que incorreram
em maior pecado?
É de se levar em consideração algumas observações de extrema importância
para entendermos os acontecimentos que hoje parece tão longínquos e
quase inexplicáveis, mas as Escrituras proféticas, juntamente com a
história nos podem dar um vislumbre mais real do que sucedeu.
Vamos colocar aqui de forma resumida os acontecimentos históricos que
pontuaram a abertura dos Selos do Livro da Gilyahna (Apocalipse) com
suas respectivas datas:
PRIMEIRO SELO:
Símbolo - Cavalo Branco
Período: Do ano 34 ao ano 100
PRIMEIRA CARTA: ÉFESO
Principais Acontecimentos: Esta foi a era onde a verdade foi recebida
pura das mãos dos discípulos nazarenos, que por sua vez a receberam do
próprio Yahshuah Natsori-nazareno-o Mashyah, por isso o branco,
simbolizando a pureza. Mas já nesta época houve a “perda do primeiro
amor” e iniciou-se as dissenções.
SEGUNDO SELO:
Símbolo – Cavalo Vermelho
Período: Do ano 100 a 313/323
SEGUNDA CARTA: ESMIRNA
Principais Acontecimentos: Progressivamente o cavalo se torna vermelho,
com perseguições, abandono das verdades. Neste tempo, aconteceu o
surgimento de erros, que permanecem até hoje. Culmina com a visão do
Imperador Constantino que viu duas grandes letras no céu “Cris Ro” que
veio a se tornar Cristo, o ungido dos raios do sol, em substituição do
Mashyah, o ungido de Yah, fundando assim o cristianismo, com suas
doutrinas, cujas quais trazem divisão até os dias de hoje.
TERCEIRO SELO:
Símbolo – Cavalo Preto
Período: Do ano 313/323 a 538
TERCEIRA CARTA: PÉRGAMO
Principais Acontecimentos: Os erros consolidaram-se, porque ninguém
queria estar em desacordo com a religião oficial do Imperador Romano,
que foi considerado “Divinus” época essa marcada por tolerância de
imoralidade, idolatrias e heresias.
Havia províncias divididas em regiões, em cada uma delas haviam “bispos”
cujo qual o mais poderoso era o “bispo de Roma” que, ao lado dos
Imperadores tinham governabilidade. Surge então a cabeça da igreja
romana – o Papa.
QUARTO SELO:
Símbolo – Cavalo Amarelo
Período: Do ano 538 a 1517
QUARTA CARTA: TIATIRA
Principais Acontecimentos: Cavalo Amarelo símbolo de morte. Morte da
pureza e da verdade àqueles que a amassem! Com o surgimento do papado em
538, iniciou-se também o período dos 1260 anos de perseguição aos que
permaneciam fiéis a verdade.
É impossível descrever aquilo de que temos notícia, não eram apenas
decretos de morte, que por si só seria terrível, foram as mais cruéis e
doentias maldades em forma de torturas, e atos desumanos, pensados e
inspirados por mentes de demônios, que foram imputadas aqueles que
ousaram permanecer em defesa da verdade. A igreja romana batizava a
força os chamados judaizantes, estes recebiam, o título de : “Novos
cristãos ou Cristão novo” a história registra toda a sorte de subjugante
opressão da liberdade de consciência.
Os originais dos escritos dos nazarenos, os discípulos de Yahshuah,
existiam apenas das mentes e nas mãos de alguns que os conservavam, com
risco de tortura e morte sua e de sua família.
Em 1517 – surgiram os reformadores, haviam se passado 979 anos, a
verdade pura havia se perdido quase completamente – morte. Os
reformadores, indignados começaram a expor as atrocidades do sistema
papal, com base naquilo que eles tinham em mãos que era a Vulgata
Latina de Jerônimo a cópia da Escritura grega – a Septuaginta – que foi
mudada por ordem do Papa Dâmaso – e não das Escrituras hebraicas. A
reforma protestante foi em cima da Vulgata.
QUINTO SELO:
Período: 1517 a 1755
QUINTA CARTA: SARDES
Período Carta – 1517 a 1798
Principais Acontecimentos: A partir do quinto selo, não haviam mais
cavalos, o símbolo da força havia se acabado. Séculos de martírio,
sofrimento e sangue...Há um clamor! Ao olharmos para a história clamamos
interiormente da mesma forma: quanto sangue inocente derramado! Até
quando ó soberano não julgas estas coisas? Até quando não vingas? Apoc.
6: 9 a 11 – A resposta do verso 11, nos remete ao significado da palavra
Sardes – Resto.
Aqui as datas do fim dos períodos, diferencia-se.
O fim do quinto selo e inicio do sexto em 1755 - Terremoto de Lisboa
O fim do período da quinta carta 1798 – Final do período dos três anos e
meio, ou tempo, tempos e metade de um tempo ou seja os 1260 dias/anos
de perseguição (538 a 1798) – onde as 2 testemunhas que são as
Escrituras Tanak e Brit hadashah são vestidas de saco, passaram a se
chamar de Novo e Velho Testamento onde aparecem os nomes adulterados.
Período está em Dan. 7: 23 a 25 - Apoc.11: 3 e 6:10.
· SEXTO SELO:
Período: 1755 até a volta de Yashshuah há Mashyah
Principais Acontecimentos: Com a abertura do sexto selo – Acontece um
grande terremoto, o sol se torna negro e a lua em sangue. É aqui que
queremos deter na explanação deste tema. Para dar uma ideia mais
didática, vamos terminar a sequencia, depois voltamos a abertura do
sexto selo.
SEXTA CARTA- FILADÉLFIA
Período – 1798 a 1844
Acontecimentos: No início deste período nos deparamos com a Revolução
Francesa.
Acontece a prisão do Papa Pio VI – Um italiano de nome Giovani Angelu
Brask de 82 anos, simbolizando assim a ferida de morte do poder que
surgiu no ano 538, ele morre em seguida em 1799 - (Apoc. 13:3) – O fim
deste período, se dá com o Fim do período profético das 2300 tardes e
manhãs ou 2300 anos, Dan. 9: 25 a 27 , que iniciou-se no ano 457 antes
da era comum e se estende até 1844 – exatamente no dia 10 do sétimo mês –
o dia de Yom Kippur – Dia da Expiação ou dia do Perdão, em que o nosso
sumo sacerdote Yahshuah inicia o Julgamento dos que hão de herdar a
salvação, começando com os mortos, em seguida os vivos, e seu fim se
dará com a abertura do sétimo selo – quando ele o terminará.
SÉTIMA CARTA- LAODICEIA
Período – 1844 até a volta de Yahshuah haMahyah
Acontecimentos – Este é um período bem diferente para o povo do Eterno.
Diria não menos conturbado. Não vemos aqui derramamento de sangue, isso
não é mais necessário já que as testemunhas estão vestidas de saco, e o
povo do Eterno fora quase completamente destroçado. Mas a profecia conta
que sobraram alguns. Os dias foram abreviados, “porque se não fossem,
nenhum escolhido sobreviveria.” Mat. 24:22
As mortes cessam...
Inicia-se o período com Guilherme Miller que começa a estudar o
calendário hebreu, o mesmo que causou a morte de muitos Yahdi (judeus).
Surge um estudo inspirado pelo céu! Grandes verdades começam a ser
lentamente restauradas, surge uma luz, a mesma que iria ter seu
esplendor gradativamente aumentado até ser dia perfeito. Vivemos neste
tempo, e vemos estas mesmas verdades sendo desdobradas perante nossos
olhos quase incrédulos gradativamente!
SÉTIMO SELO:
Volta do Mashyah
Principais Acontecimentos: Este, por sua riqueza de significância e
detalhes, merece um capítulo a parte. O que faremos em breve! Aguardem!
Voltaremos agora a: ABERTURA DO SEXTO SELO:
“Estes sinais foram testemunhados antes do início do século XIX.
Em cumprimento desta profecia ocorreu no ano 1755 o mais terrível
terremoto que já se registrou. Posto que geralmente conhecido por
terremoto de Lisboa, estendeu-se pela maior parte da Europa, África e
América do Norte. Foi sentido na Groenlândia, nas Índias Ocidentais, na
Ilha da Madeira, na Noruega e Suécia, Grã-Bretanha e Irlanda. Abrangeu
uma extensão de mais de dez milhões de quilômetros quadrados. Na África,
o choque foi quase tão violento como na Europa. Grande parte da Argélia
foi destruída; e, a pequena distância de Marrocos, foi tragada uma
aldeia de oito ou dez mil habitantes. Uma vasta onda varreu a costa da
Espanha e da África, submergindo cidades, e causando grande destruição.
Foi na Espanha e Portugal que o choque atingiu a maior violência. Diz-se
que em Cádiz a ressaca alcançou a altura de vinte metros. Montanhas,
“algumas das maiores de Portugal, foram impetuosamente sacudidas, como
que até aos fundamentos; e algumas delas se abriram nos cumes, os quais
se partiram e rasgaram de modo maravilhoso, sendo delas arrojadas
imensas massas para os vales adjacentes. Diz-se terem saído chamas
dessas montanhas. ” — Princípios de Geologia, Sir Charles Lyell.
Em Lisboa, “um som como de trovão foi ouvido sob o solo e imediatamente
depois violento choque derribou a maior parte da cidade. No lapso de
mais ou menos seis minutos, pereceram sessenta mil pessoas. O mar a
princípio se retirou, deixando seca a barra; voltou então, levantando-se
doze metros ou mais acima de seu nível comum. ”
“Entre outros acontecimentos extraordinários que se refere terem
ocorrido em Lisboa durante a catástrofe, esteve o soçobro do novo cais,
construído inteiramente de mármore, com vultosa despesa. Grande número
de pessoas ali se ajuntara em busca de segurança, sendo um local em que
poderiam estar fora do alcance das ruínas que tombavam; subitamente,
porém, o cais afundou com todo o povo sobre ele, e nenhum dos cadáveres
jamais flutuou na superfície. ” — Lyell.
“O choque” do terremoto “foi instantaneamente seguido da queda de todas
as igrejas e conventos, de quase todos os grandes edifícios públicos, e
de mais da quarta parte das casas. Duas horas depois, aproximadamente,
irromperam incêndios em diferentes quarteirões, e com tal violência se
alastraram pelo espaço de quase três dias, que a cidade ficou
completamente desolada. O terremoto ocorreu num dia santo, em que as
igrejas e conventos estavam repletos de gente, muito pouca da qual
escapou. ”—Enciclopédia Americana, art. Lisboa.
“O terror do povo foi indescritível. Ninguém chorava; estava além das
lagrimas. Corriam para aqui e para acola, em delírio, com horror e
espanto, batendo no rosto e no peito, exclamando: “Misericórdia! É o fim
do mundo! ” Mães esqueciam-se de seus filhos e corriam para qualquer
parte, carregando crucifixos. Infelizmente, muitos corriam para as
igrejas em busca de proteção; mas em vão foi exposto o sacramento; em
vão as pobres criaturas abraçaram os altares; imagens, padres e povo
foram sepultados na ruína comum. ” Calculou-se que noventa mil pessoas
perderam a vida naquele dia fatal”. O Grande Conflito pag. 303 a 305
Como disse no início não sabia porque esta ênfase a Lisboa, mas agora
entendi e espero que vcs também entendam, duas coisas que por décadas
estiveram obscuras. A primeira é: Por que Lisboa? A segunda é: Quem
foram os perseguidos durante os 1260 dias/anos, 12 séculos? Estes não
eram cristãos! Vemos que esta informação é totalmente equivocada, pois
foram os “judeus e judaizantes” que derramam seu sangue, em defesa da
verdade. E agora podemos entender claramente que foi os cristãos que
surgiram com Constantino no século XIV – o mesmo poder que representa o
animal sem nome terrível e espantoso na descrição de Danyahu (Daniel) no
cap. 7
O que Satanás queria tanto esconder com a morte de judeus durante 12
séculos? O que só este povo sabia? O que só eles poderiam dizer ao
mundo? Porque foram tão odiados por ele?
Tudo fica bem claro no vídeo abaixo: "História da Inquisição
Portuguesa"- uma entrevista que aconteceu em Portugal, onde participaram
um historiador e um padre. Assistam
Vídeo:
Por Diná Soares
Ivonil Ferreira de Carvalh
sexta-feira, 9 de junho de 2017
O MISTÉRIO DA INIQUIDADE
"O MISTÉRIO DA INIQUIDADE"

MISTÉRIO DA INIQUIDADE"
Teslonikyah Bet – תסלוניקיאב
Segundo Aos Tessalonicenses1;
3 Para que ninguém vos engane, seja de que modo for; porque o Yom (dia) do Soberano Yahshuah; não virá, sem que antes venha a rebelião, e que o poder forte do pecado revele o nome blasfemo de perdição.
Esse mesmo é o anti-Mashyah!
4 O qual será exaltado, e colocado num Hekel (trono) para ser venerado, e declarado ser ele o próprio Mashyah!
O
apostolo Shaul (Paulo), em sua segunda carta aos tessalonicenses,
predisse a grande apostasia que teria como resultado o estabelecimento
do poder papal. Declarou que: “... o dia do Mashyah não viria “sem que
antes venha a apostasia, o
3 Para que ninguém vos engane, seja de que modo for; porque o Yom (dia) do Soberano Yahshuah; não virá, sem que antes venha a rebelião, e que o poder forte do pecado revele o nome blasfemo de perdição.
Esse mesmo é o anti-Mashyah!
4 O qual será exaltado, e colocado num Hekel (trono) para ser venerado, e declarado ser ele o próprio Mashyah! ... E, ainda mais, o apóstolo adverte os irmãos de que “já este mistério da iniquidade opera.”Teslonikyah Bet – תסלוניקיאב: 3, 4 e 7. Aproximadamente ao tempo do martírio de Shaul (Paulo), pouco depois que escreveu estas palavras, no início do governo de Nero, surgiram as perseguições que continuaram com maior ou menor fúria durante séculos. Os seguidores do Mashyah, eram condenados como rebeldes ao império, como inimigos da religião e peste da sociedade. Grande número deles eram lançados às feras ou queimados vivos nos anfiteatros. Alguns eram crucificados, outros cobertos com peles de animais bravios e lançados nas arenas para serem despedaçados por cães. De seu sofrimento muitas vezes se fazia a principal diversão nas festas públicas perante vastas multidões que saudavam os transes de sua agonia com risos e aplausos. Onde quer que procurassem refúgio, eram caçados como animais. Eram forçados a procurar esconderijo nos lugares desolados e solitários. “Desamparados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno), errantes, pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra”. Hebreus 11:37, 38.
3 Para que ninguém vos engane, seja de que modo for; porque o Yom (dia) do Soberano Yahshuah; não virá, sem que antes venha a rebelião, e que o poder forte do pecado revele o nome blasfemo de perdição.
Esse mesmo é o anti-Mashyah!
4 O qual será exaltado, e colocado num Hekel (trono) para ser venerado, e declarado ser ele o próprio Mashyah! ... E, ainda mais, o apóstolo adverte os irmãos de que “já este mistério da iniquidade opera.”Teslonikyah Bet – תסלוניקיאב: 3, 4 e 7. Aproximadamente ao tempo do martírio de Shaul (Paulo), pouco depois que escreveu estas palavras, no início do governo de Nero, surgiram as perseguições que continuaram com maior ou menor fúria durante séculos. Os seguidores do Mashyah, eram condenados como rebeldes ao império, como inimigos da religião e peste da sociedade. Grande número deles eram lançados às feras ou queimados vivos nos anfiteatros. Alguns eram crucificados, outros cobertos com peles de animais bravios e lançados nas arenas para serem despedaçados por cães. De seu sofrimento muitas vezes se fazia a principal diversão nas festas públicas perante vastas multidões que saudavam os transes de sua agonia com risos e aplausos. Onde quer que procurassem refúgio, eram caçados como animais. Eram forçados a procurar esconderijo nos lugares desolados e solitários. “Desamparados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno), errantes, pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra”. Hebreus 11:37, 38.

Os
netzarim, foram perseguidos e mortos, eram seguidores de יהשועה
Yahshuah há Mashyah! Eram o grupo que compunham o cavalo branco de
Apocalipse, representados pela kehilah de Efsiyah (igreja de Éfeso). As
catacumbas proporcionavam abrigo a milhares. Por sob as colinas, fora da
cidade de Roma, longas galerias tinham sido feitas através da terra e
da rocha; o escuro e complicado trama das comunicações estendia-se
quilômetros além dos muros da cidade. Nestes retiros subterrâneos, os
seguidores de Mashyah sepultavam os seus mortos. Durante este terrível
período satanás não conseguiu deturpar a verdade. Mesmo naqueles
primeiros tempos, viu ele, insinuando-se, erros que preparariam o
caminho para o desenvolvimento do papado, o que aconteceu gradativamente
nos quatro séculos posteriores. Pouco a pouco, silenciosamente, e
depois mais as claras, a medida que o mistério da iniquidade crescia em
força, e conquistava o domínio, isto foi acontecendo e se consolidou com
o passar dos séculos, tanto que a verdade hoje parece totalmente
estranha e desconhecida, foi varrida da mente das pessoas. Quase
imperceptivelmente os costumes greco romanos do paganismo foram se
misturando com as verdades das Escrituras, surgindo assim um sistema que
manipulou a mente grande massa, ignorante, maltratada, perseguida e sem
informação, e a este sistema que anteriormente era o governo imperial
romano, agora com uma roupagem religiosa, nesta ocasião substitui o
imperador pelo bispo de Roma. Neste cenário mutante, Constantino –
imperador romano, antes de uma batalha, teve uma visão no céu, quando
olhava para o sol, viu as letras gregas XP (Chi - Rho, as primeiras duas
letras de Χριστός, "Cristo") entrelaçadas com uma cruz apareceram-lhe
enfeitando o sol, juntamente com a inscrição "In Hoc Signo Vinces" —
latim para "Sob este signo vencerás". Constantino, que era pagão na
altura (apesar de que provavelmente sua mãe fosse cristã), colocou o
símbolo nos escudos dos seus soldados. Lutou e ganhou. Surgiu então o
Cristo - do grego Xριστός, "Christós" - ungido dos raios do sol, que
ficou no lugar do Mashyah – que significa ungido de Yah (Yahveh). Surgiu
o cristianismo, os seguidores de Cristo

MONOGRAMA
DE CRISTO que até hoje é um símbolo papal. São as primeiras letras do
nome de Cristo em grego. O “X” pronuncia-se – quis O “P” tem um
som “R” O Mashyah não é o Cristo! No primeiro século o grupo de
seguidores do Mashyah, era chamado de netzarin – seguidores do Nazareno e
não cristãos. A palavra “cristão” foi inserida nas bíblias que eram
cópias em latim das Escritura hebraica. Surgiu o mistério da iniquidade!
O que formou o mistério da iniquidade?: Os templos greco romanos
inspiraram a substituição do Templo de Yahushalaim que os romanos
destruíram no ano 70 por Tito. Sumo pontífice oficialmente foi colocado
como uma imitação do Koren Gadol (Sumo Sacerdote) - ano 508 Doutrina da
trindade – em lugar do Trono de Ambos (Zacarias 6:12 e 13) -ano 325.
Espírito Santo substituiu o Rukha ou Ruach kadoch – vento, sopro,
emanação e ou poder sagrado. A Escritura – Tanak - que foi traduzido
para o greco com o nome de Septuaginta, continha o tetragrama sagrado,
יַהְוֶה. Em cópias posteriores o tetragrama foi substituído pela
palavra Kririos (Senhor) e na Vulgata Latina, a tradução para o Latim,
foi inserido a palavra Deus – uma referência a Zeus IEVS, IESOUS depois
Jesus com o surgimento da letra "J" inventada pelo francês Pierre de la
Rammé – significando "salve Zeus" ou IE- deus + SUS porco em hebraico
e cavalo em latim um nome composto em blasfêmia cumprindo a profecia de
Apo. 13:6 substituiu o único nome que salva יהשועה Yahshuah (salvação
de Yah) O Mashyah – ungido de Yah – substituído por Cristo – ungido do
sol. Nazarenos foram substituídos por cristãos. O nome da nação
- Yahshorul - que significa Yah justo supremo por Israel - referência a
Isis, Ra e Bel. Ul him - que significa Soberano de poderes por - elohim
- El - referencia a Bel A cruz substituiu o madeiro ou estaca de
tortura tornando-se um dos símbolos da nova religião. As Escrituras
eram proibidas, sob pena de morte, e só a tradução latina (em latim) era
permitido serem ouvidas nas missas lidas apenas por padres e bispos.
Vulgata Latina, substituiu a Tanak – (torah – ketuvim, e navyim) com o
nome de “Velho Testamento” e a Brit hadashah, agora com novo nome –
Novo Testamento, ambas traduzidas do grego e não da língua original dos
profetas, discípulos e apóstolos, com adulterações dos nomes
verdadeiros, que começam a serem distribuídas largamente por Sociedades
Bíblicas, ao redor do mundo. O Festas do Eterno – os Moadim – foram
deturpadas e esquecidas, substituídas por feriados cristãos observados
até hoje em datas de um calendário romano. O calendário real com a
contagem do tempo do Criador que se encontra nas Escrituras com o
ano(movimento de translação) iniciando em Abibe foi substituído ela
adoração a Jano deus de 2 faces. A lua que marca os meses e semanas
(movimento de lunação e suas fases) com início na lua nova (primeira
crescente) foi substituído num calendário apenas solar, as horas e o
início do dia foi modificado para início a meia noite (o primeiro minuto
depois da meia noite) Os movimentos de escrita originalmente, da
direita para a esquerda, foi substituída pela escrita da esquerda para a
direita. Os movimentos dos astros sol e lua que caminham no céu da
direita para a esquerda, como indicadores do tempo, foram substituídos
por movimentos horários contrário a evolução natural, inserido nos
relógios artificiais com algarismos romanos no lugar de numerais.
Por
Ivonil F.Carvalho
sábado, 3 de junho de 2017
Chag Sameach Shavuot - Feliz Fiesta de las semanas.
La ley - "Instrucción" no menciona específicamente un motivo para la celebración de la fiesta de Shavuot.
El nombre significa "semanas" (Dt 16, 10). El motivo del nombre es que la fiesta siempre sucede siete semanas (es decir, en el quincuagésimo día) después de la primavera.
En portugués, es común que esta fiesta reciba el nombre de "pentecostés", palabra de origen griego (50º día) que hace referencia al número cincuenta. La fecha de la fiesta de Shavuot se calcula a través del recuento de estos cincuenta días, a partir de la Chag Bikurim en cumplimiento de Levítico 23: 15 y 16. El recuento se llama sefirat ha-ômer (recuento del ômer). Ômer (literalmente: haz) es el nombre de una medida, y la referencia es a una cantidad de cebada que debería ser ofrecida después de Pesse (Lv 23: 10-11).
En Números 28: 26, Shavuot se llama Yom habikurim "(día de los primeros frutos). Otro nombre de esta fiesta es "atzêret", que significa "interrupción" o "conclusión".
En la tradición judía, la fiesta recibe motivos y nombres como "Fiesta de la Cosecha" y "Tiempo de la entrega de la Instrucción" - el día en que la ley fue recibida en el Sinaí en el tercer mes. Por lo tanto, tradicionalmente, Shavuot conmemora el aniversario de la entrega de la Instrucción! ¡Entrega de la Instrucción (torah) Ley de los 10 Mandamientos!
En Hechos 2 - Este mismo día, 09 del tercer mes del año 31 - cumpliendo el símbolo de la lluvia temprana, y el inicio de la predicación de las Buenas Nuevas de la venida del Mashyah, otra extraordinaria manifestación tuvo lugar en cumplimiento de la promesa del Salvador. Los talmidim de Yahshuah recibieron el derramar del Rukha Hakadosh!
En el calendario gregoriano, las semanas son secuenciales, muchas personas incluso los judíos cuentan los días corridos sin tener en cuenta, a rosch chodesh- a la rosch chodesh, a la que se le llama vulgarmente de Pentecostés palabra griega equivalente a 50 (50º), a la inversa de las siete semanas enteras, como en el calendario gregoriano, La luna nueva que es la cabeza del mes, junto con los 30 días que completan exactamente las lunaciones, no forman parte del recuento de las SEMANAS INTEIRAS. ¡Este detalle es muy importante! En Lev. 23:12 Y 15 dice:
"El día inmediato al shabah, el sacerdote moverá, el día que mueves la salsa .... Contad a los demás desde el día en que trajiste la salsa de la oferta movida, SIETE SEMANAS INTEIRAS SERÁN"
IMPORTANTE:
Es imposible determinar la fecha correcta, si ésta no se cuenta a partir de la luna nueva del primer mes después del equinoccio de primavera (en el hemisferio norte - de otoño del hemisferio sur)
Una vez más vemos de forma maravillosa los dos astros Sol y Luna - colocados en el cielo en el cuarto día de la Creación (Génesis 1: 14) marcando como un "OT" - una señal visible de los tiempos sagrados de Yahveh.
El descenso del Rukha kadosh sobre los Talmidim en el día de Shavuot
1 Y cuando el recuento para la molida de Shavuot se completó por el omer ("el período del ômer-señala la compleción de las siete semanas enteras entre el perez y Shavuot-Devarym (Deut-) 23; 15) todos ellos estaban en un solo acuerdo en un mismo, (En inglés).
2 Y de repente vino un sonido de los shamaym (cielos), como del rugir del Rukha Hakadosh, y llenó toda la Casa donde estaban sentados.
3 Y allí aparecieron divididas entre ellos, lenguas como el fuego, y se posaba sobre cada uno de ellos. 4 Y todos ellos quedaron llenos del Rukha Kadosh, y comenzaron a hablar en otras lenguas, conforme el Rukha Hakadosh les concediera la pronunciación.
Maaseh Shlichim capitúlo 2 (Hechos de los Emisarios de Yahshuah).
Ivonil Ferreira de Carvalho
El nombre significa "semanas" (Dt 16, 10). El motivo del nombre es que la fiesta siempre sucede siete semanas (es decir, en el quincuagésimo día) después de la primavera.
En portugués, es común que esta fiesta reciba el nombre de "pentecostés", palabra de origen griego (50º día) que hace referencia al número cincuenta. La fecha de la fiesta de Shavuot se calcula a través del recuento de estos cincuenta días, a partir de la Chag Bikurim en cumplimiento de Levítico 23: 15 y 16. El recuento se llama sefirat ha-ômer (recuento del ômer). Ômer (literalmente: haz) es el nombre de una medida, y la referencia es a una cantidad de cebada que debería ser ofrecida después de Pesse (Lv 23: 10-11).
En Números 28: 26, Shavuot se llama Yom habikurim "(día de los primeros frutos). Otro nombre de esta fiesta es "atzêret", que significa "interrupción" o "conclusión".
En la tradición judía, la fiesta recibe motivos y nombres como "Fiesta de la Cosecha" y "Tiempo de la entrega de la Instrucción" - el día en que la ley fue recibida en el Sinaí en el tercer mes. Por lo tanto, tradicionalmente, Shavuot conmemora el aniversario de la entrega de la Instrucción! ¡Entrega de la Instrucción (torah) Ley de los 10 Mandamientos!
En Hechos 2 - Este mismo día, 09 del tercer mes del año 31 - cumpliendo el símbolo de la lluvia temprana, y el inicio de la predicación de las Buenas Nuevas de la venida del Mashyah, otra extraordinaria manifestación tuvo lugar en cumplimiento de la promesa del Salvador. Los talmidim de Yahshuah recibieron el derramar del Rukha Hakadosh!
En el calendario gregoriano, las semanas son secuenciales, muchas personas incluso los judíos cuentan los días corridos sin tener en cuenta, a rosch chodesh- a la rosch chodesh, a la que se le llama vulgarmente de Pentecostés palabra griega equivalente a 50 (50º), a la inversa de las siete semanas enteras, como en el calendario gregoriano, La luna nueva que es la cabeza del mes, junto con los 30 días que completan exactamente las lunaciones, no forman parte del recuento de las SEMANAS INTEIRAS. ¡Este detalle es muy importante! En Lev. 23:12 Y 15 dice:
"El día inmediato al shabah, el sacerdote moverá, el día que mueves la salsa .... Contad a los demás desde el día en que trajiste la salsa de la oferta movida, SIETE SEMANAS INTEIRAS SERÁN"
IMPORTANTE:
Es imposible determinar la fecha correcta, si ésta no se cuenta a partir de la luna nueva del primer mes después del equinoccio de primavera (en el hemisferio norte - de otoño del hemisferio sur)
Una vez más vemos de forma maravillosa los dos astros Sol y Luna - colocados en el cielo en el cuarto día de la Creación (Génesis 1: 14) marcando como un "OT" - una señal visible de los tiempos sagrados de Yahveh.
El descenso del Rukha kadosh sobre los Talmidim en el día de Shavuot
1 Y cuando el recuento para la molida de Shavuot se completó por el omer ("el período del ômer-señala la compleción de las siete semanas enteras entre el perez y Shavuot-Devarym (Deut-) 23; 15) todos ellos estaban en un solo acuerdo en un mismo, (En inglés).
2 Y de repente vino un sonido de los shamaym (cielos), como del rugir del Rukha Hakadosh, y llenó toda la Casa donde estaban sentados.
3 Y allí aparecieron divididas entre ellos, lenguas como el fuego, y se posaba sobre cada uno de ellos. 4 Y todos ellos quedaron llenos del Rukha Kadosh, y comenzaron a hablar en otras lenguas, conforme el Rukha Hakadosh les concediera la pronunciación.
Maaseh Shlichim capitúlo 2 (Hechos de los Emisarios de Yahshuah).
Ivonil Ferreira de Carvalho
Happy Feast of the weeks.
Happy Feast of the weeks.The law - "Instruction" does not specifically mention a motive for the celebration of Shavuot's feast.
The name means "weeks" (Deut 16: 10). The reason for the name is that the party always happens seven weeks (or Postages be, on the fiftieth day) after the Passover.
In Portuguese, it is common that this party receives the name of "pentecostes", word of Greek origin (50º day) that refers to the number fifty. The date of the feast of Shavuot is calculated by counting these fifty days, a from the Chag Bikurim in fulfillment of Leviticus 23: 15 and 16. The count is called sefirat ha-omer (counting of the homer). Omer (literally: beam) is the name of a measure, and the reference is to a quantity of barley to be offered after Passover (Leviticus 23: 10-11).
In Numbers 28: 26, Shavuot is called Yom habikurim "(day of the first fruits). Another name for this party is "atzêret", which means "interruption" or "conclusion."
In Jewish tradition, the festival receives motifs and names such as "Feast of Harvest" and "Time of Instruction" - the day on which the law was received at Sinai in the third month. Therefore, traditionally, Shavuot celebrates the anniversary of the delivery of the Instruction! Delivery of the Instruction (torah) Law of the 10 Commandments!
In Acts 2 - On this same day, the 9th of the third month of the year 31 - fulfilling the symbol of the early rain, and the beginning of the Good News preaching of the coming of the Mashyah, another extraordinary manifestation occurred in fulfillment of the Savior's promise. The talmidim of Yahshuah received the pouring of Rukha Hakadosh!
It was also commonly called Pentecost Greek word equivalent to 50 (50th), instead of the entire seven weeks, as in the Gregorian calendar the weeks are sequential, many people including the Jews count days running without regard to rosch chodesh-a The new moon that is the head of the month, along with the 30th day that complete exactly the lunations, are not part of the count of WHOLE WEEKS. This detail is very important! In Lev. 23:12 And 15 says,
"On the day you move the sheaf .... You will count for yourselves from the day you bring the sheaf of the wave offering, SEVEN WEEKS WHOLE WILL BE"
IMPORTANT:
It is impossible to determine the correct date if it is not counted from the new moon of the first month after the spring equinox (in the northern hemisphere - autumn of the southern hemisphere)
Once again we see in a wonderful way the two Sun and Moon stars - placed in the fourth day of Creation (Gen.1: 14) marking as a "OT" - a visible sign of the sacred times of Yahweh.
The descent of the Rukha kadosh on the Talmidim on the day of Shavuot
1 And when the count for the moed of Shavuot was completed by the omer ("the period of the ommer-marks the complexion of the whole seven weeks between Passover and Shavuot-Devarym (Deut- 23:15) they were all in one accord in one place.
2 And suddenly a sound came from the shamaym (heavens), as from the roaring of Rukha Hakadosh, and filled the whole House where they were seated.
3 And there they appeared divided among them, tongues like fire, and rested on each one of them. 4 And they were all filled with Rukha Kadosh, and began to speak in other tongues, as Rukha Hakadosh gave them the pronunciation.
Maaseh Shlichim Chapter 2 (Acts of the Emissaries of Yahshuah).
Ivonil Ferreira de Carvalho
quinta-feira, 1 de junho de 2017
SINAIS MASSORETICOS (vogais-hebraicas) -novo
SINAIS MASSORETICOS (vogais-hebraicas)
os massoréticos (vogais-hebraicas)
Na segunda metade do primeiro milênio era atual, os escribas conhecidos como massoretas (doutores da Torah)introduziram um sistema de sinais vocálicos, para facilitar a leitura do texto consonantal em hebraico. A MASSORÁ era um conjunto de comentários críticos e gramaticais (soletração, vocalização, divisão em orações e parágrafos etc.) A palavra "Massorah" é uma palavra HEBRAICA que quer dizer "TRADIÇÃO
Na segunda metade do primeiro milênio era atual, os escribas conhecidos como massoretas (doutores da Torah)introduziram um sistema de sinais vocálicos, para facilitar a leitura do texto consonantal em hebraico. A MASSORÁ era um conjunto de comentários críticos e gramaticais (soletração, vocalização, divisão em orações e parágrafos etc.) A palavra "Massorah" é uma palavra HEBRAICA que quer dizer "TRADIÇÃO
No hebraico
antigo escrevia-se somente com consoantes, e As vogais eram somente
pronunciadas, isto é, as vogais eram transmitidas, através das gerações
do povo judeu, oralmente e não de forma escrita, visto que a escrita da
língua hebraica possuía apenas as consoantes.
Os Massoretas foram os responsáveis pela adição de vogais no texto hebraico moderno.
Os Massoretas foram os responsáveis pela adição de vogais no texto hebraico moderno.
A padronização dos sinais e pontuação criados pelos massoretas se deu por volta do século X com o trabalho das famílias ben Asher e ben Naphtali. Uma dessas famílias, a de Ben Asher, foi responsável pela produção de importantes códices, tais como o Códice do Cairo(895 d.C.), o Códice Alepo (900-950 d.C.) e o Códice Leningrado (1008 d.C.). Os registros contidos nesses códices são conhecidos como textos massoréticos. O texto do Antigo Testamento que consta atualmente em nossas Bíblias é baseado nos textos massoréticos.
Os sinais massoréticos, em sua maioria, são colocados abaixo das letras, mas alguns também são colocados acima ou na linha média da letra.
Vamos então conhecê-los:
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em hebraico existem vogais LONGAS, BREVES e SEMIVOGAIS. Para melhor entendimento, precisaremos explicar alguns dos massoréticos.
Qamatz - O massorético "qamatz" possui um som de vogal "A" p
Patar - É a vogal "A" breve. É
Shevau - Este massorético foi inventado para representar uma semivogal ou "vogal esvaída". Para entendermos tal coisa, devemos pensar nas palavras "advogado" ou "adjetivo", em português. Nestas palavras, após o "d", há, de fato, uma "vogal esvaída", que não é nem escrita, mas que é pronunciada por um tempo muito pequeno. Há pessoas que pronunciam erradamente a palavra como "adevogado", como se ali houvesse uma vogal. Este conceito de semivogal é importante de ser bem entendido, para uma perfeita pronúncia das palavras que contêm o massorético "Shevau" ou seus compostos.
Quando o "Shevau" aparece ligando uma consoante à outra, na mesma sílaba, ele é pronunciado como "E" bem curto, mas é vocálico ou sonoro. Um bom exemplo para este caso é a palavra "mnemônico" em português. Se usássemos massoréticos em português, certamente esta palavra receberia um "Shevau" vocálico entre o "m" e o "n" iniciais. O mesmo é válido para a palavra "pneu", que muitos pronunciam erradamente como "peneu".
Quando o "Shevau" aparece no final de uma sílaba, ele é pronunciado extremamente curto, e não é transliterado, mas atua de forma "secante" na palavra, causando uma pausa como se a palavra tivesse sido dividida em duas palavras. Novamente as palavras "advogado" e "adjetivo", em português, servem de exemplo para este caso, pois é como se pronunciássemos duas palavras "ad-vogado" ou "ad-jetivo". Se usássemos os massoréticos em português, estas duas palavras certamente receberiam o "Shevau" secante.
Shevau-Patar, Shevau-Segol e Shevau-Qamatz - Quando o massorético "Shevau" estiver sob uma consoante gutural (álef, áyin, hê, khêt ou rêsh), ele deve ser representado precedido pelo sinal de uma vogal longa ou breve (qamatz, patar ou segol).
Hireq Gadol e Hireq Qaton - A forma longa da vogal "I" é representada pelo Hireq Gadol, que é composto de um ponto sob a consoante que precede a letra YOD. A forma curta da vogal "I" é representada pelo Hireq Qaton que é apenas um ponto sob uma consoante. Além disso, a própria letra YOD, embora consoante, apresenta som de "I" e, eventualmente, "E".
Roulem e Vav Roulem - Estas são duas formas de "O" longo. O Vav Roulem é a representação da letra VAV com um ponto sobre ela, apresentando som de "O" longo por natureza. Este é o caso em que o VAV atua como "O" e não como "V". O ponto superior pode também ser usado em palavras onde não há o VAV mas que possuem, contudo, a pronúncia da vogal "O".
IMPORTANTE: Quando falamos sobre sinais massoréticos, esclarecemos que são sinais ADICIONADOS à escrita hebraica, e que não faziam parte do hebraico original. Assim, no caso do Vav Roulem, somente o ponto é, de fato, um sinal massorético. O VAV que aparece sob ele, existiria do mesmo jeito numa escrita onde os sinais massoréticos estivessem ausentes.
Vav Shuruq e Qibuts - São as representações longa e curta, respectivamente, da vogal "U". O Vav Shuruq faz parte do Nome do Criador, e do Nome do Messias.
Esta é a
forma quadrática do TETRAGRAMA SAGRADO-de imprensa- ou moderno- sem os
massoréticos. Ao colocar os sinais massoréticos passamos a identificar a
pronûncia, som-fonema-fonética corretos. É do TETRAGRAMA SAGRADO que
partem as inúmeras Transliterações
YAHWEH é o único nome que é realmente o nome próprio de ETERNO CRIADOR. Os outros nomes são títulos e não nomes propriamente.
O nome YAHWEH= יַהְוֶה é derivado da forma causativa do verbo hebraico HAVAH (הָוָה), que significa “ser”, ou “existir”.
E de acordo a tradição judaica é a terceira pessoa do imperfeito no singular do verbo SER.
O nome YAHVEH significa “Ele faz existir
YAHSHUAH
YUD HEY VAV
HEY mais as a letra Shin=Sh com som de x e o massorético VAV
SHURUK=”U” o Ayin com o Patar, “A”= e o HEY=H no final mudo =יהשועה
יהשועה = YAHSHUAH o nome do filho escrito da direita para a esquerda em caracteres hebraicos transliterado.
Português: como você pode observar este Nome não tem nenhum, massôrach,
י ). Yôd = Y
ה ). Hêi = Ah
ש ). Shin = SH = X
ו ) VAV shuruk=U
ע ). Ain = A,
ה ) Hêi =H MUDO.
יהשועה=YAHSHUAH
Ivonil Ferreira d e carvalho
segunda-feira, 29 de maio de 2017
O Nome do Criador no DNA humano - Assinatura
O Nome do Criador no DNA humano - Assinatura
YHVH O NOME DO CRIADOR YAHVEH NO DNA HUMANO
E estas informações então entre os filamentos que tem 2 nanômetros... eu vou explicar devagar e quero que entendam...
pegue uma régua e ela estará dividia em milímetros, pegue um milímetro de divida em 1000(mil) pedacinhos
cada pedacinho se chama micrômetro
pegue esse micrômetro e divide em mais 1000 (mil) pedacinhos...
vc terá um nanômetro!
e é dentro disso que está toda a informação genética de como fazer vc! como vc é em todas as características físicas, emocionais e espirituais!
todas as informações de vc estão dentro desse fiozinho de 1 nanômetro de diâmetro!
os cientistas estudam minuciosamente o DNA em busca da origem da vida... fizeram uma descoberta incrível
essa complexidade de informação genética, não é fruto do acaso,
processos aleatórios não produzem informação genética...
existe um Escritor que fez você, que escreveu você!
sem informação genética codificada não existe vida!
A origem dessa informação é a origem da vida... vou devagar pra que todos entendam!!!
olha a foto acima, existem pontes que conectam estas 2 hélices com formato espiral, que estão enroladinho no núcleo da nossa célula...
estas "pontes" seguem um padrão de espaço...
assim como nós damos espaço entre nossas palavras...
ao escrevermos...
a cada 10 unidades de informação tem uma ponte...
depois 5 unidades de informação tem outra ponte
depois 6 tem outra ponte ... e depois 5 de novo... e
: a assim sucessivamente!
10 - 5 - 6 - 5
isso intrigou os cientistas, que pensavam que tinham diante de sim um código...
pq isso é padrão de código!
e compararam a letras hebraicas... sem dúvida o rukha os guiou nesta comparação...
sabemos que as letras hebraicas tb são números!!!
e estes números equivalem a יהוה
yod = 10
rê = 5
vav = 6
rê = 5
então quero que olhem para si, e pensem que o nome do Criador está em seu código genético no interior de cada célula de seu corpo!
E estas informações então entre os filamentos que tem 2 nanômetros... eu vou explicar devagar e quero que entendam...
pegue uma régua e ela estará dividia em milímetros, pegue um milímetro de divida em 1000(mil) pedacinhos
cada pedacinho se chama micrômetro
pegue esse micrômetro e divide em mais 1000 (mil) pedacinhos...
vc terá um nanômetro!
e é dentro disso que está toda a informação genética de como fazer vc! como vc é em todas as características físicas, emocionais e espirituais!
todas as informações de vc estão dentro desse fiozinho de 1 nanômetro de diâmetro!
os cientistas estudam minuciosamente o DNA em busca da origem da vida... fizeram uma descoberta incrível
essa complexidade de informação genética, não é fruto do acaso,
processos aleatórios não produzem informação genética...
existe um Escritor que fez você, que escreveu você!
sem informação genética codificada não existe vida!
A origem dessa informação é a origem da vida... vou devagar pra que todos entendam!!!
olha a foto acima, existem pontes que conectam estas 2 hélices com formato espiral, que estão enroladinho no núcleo da nossa célula...
estas "pontes" seguem um padrão de espaço...
assim como nós damos espaço entre nossas palavras...
ao escrevermos...
a cada 10 unidades de informação tem uma ponte...
depois 5 unidades de informação tem outra ponte
depois 6 tem outra ponte ... e depois 5 de novo... e
: a assim sucessivamente!
10 - 5 - 6 - 5
isso intrigou os cientistas, que pensavam que tinham diante de sim um código...
pq isso é padrão de código!
e compararam a letras hebraicas... sem dúvida o rukha os guiou nesta comparação...
sabemos que as letras hebraicas tb são números!!!
e estes números equivalem a יהוה
yod = 10
rê = 5
vav = 6
rê = 5
então quero que olhem para si, e pensem que o nome do Criador está em seu código genético no interior de cada célula de seu corpo!
As informações são inúmeras
estas informações estão dentro de nosso código do DNA
somos estas letras - escritas pelo Criador!
"Pois Tu formaste minha porção interior; Tu me envolveste no ventre de minha mãe. Eu Te darei hallel; porque eu fui espantosamente e maravilhosamente formado; magníficas são as Tuas obras; e minha alma sabe plenamente bem. Meus ossos não Te foram escondidos, quando eu fui formado no lugar oculto, e entrelaçado na porção mais baixa da terra. Teus olhos viram meu corpo informe, ainda, no Teu rolo todos os meus membros já estavam anotados, que foram formados quando ainda nenhum deles existia." Salmos (Tehillim) 139:13 a 16
: características pessoais!
mas tb elas escrevem sua índole - personalidade!!!
ou seja com estas letras - está escrito quem vc é!
: e quem te escreveu? e anotou seu nome no Livro da Vida desde antes da fundação do mundo???
quem te escreveu é o mesmo que te selou para ser você o que é!
"Pois Tu formaste minha porção interior; Tu me envolveste no ventre de minha mãe."
: Os genes, vibram, se alegram, se estendem, numa dança de cura e vida, quando são cobertos de amor e de verdade! Na mesma intensidade, ficam acuados, apagam e morrem e se decepcionam nas intemperes e contradições e maus tratos de todas as formas.
: mas ...
Sua índole nasce pronta! Sua personalidade tb!
e tem mais... os espaçamentos desta palavras construidas com estas letra são:
que correspondem as letras hebraicas - yod - re - vav - re - 10 -5 - 6 - 5
letras que formam o Nome do Eterno
YHVH
o V tb corresponde a U vão somando as informações que eu vou dar mais agora!
Yah...Yahu...Yahveh escolheu um homem para ser originador da semente - zerah ou descendência
De Adam (Adão) até Noach (Noé) – 10 gerações. (período de 1500 anos aproximada/e)
De Noach até Avrahah (Abraão) – 10 gerações. (período de 500 anos)
De Avraham - descenderia o povo do Eterno número e tribo!
Para que possamos ter algum partido ou ter alguma opinião, primeiro precisamos saber o que significam estas 2 expressões...
porque senão temos uma "acho" de algo que sequer conhecemos!
ou seja : nada de coisa nenhuma!
tribo - significa família
família significa zerah [cromossomo Y]- descendência aqui o texto se refere a ZERAH - descendência
O DNA é a sigla para: Ácido desoxirribonucleico, composto orgânico cujas moléculas contém instruções genéticas (programa estabelecido) que coordena o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos, que está escrito no núcleo das células, no interior dos cromossomo...
Os segmentos de DNA que contém a informação genética são chamados de - Genes de onde vem a palavra descendência
são 4 letras
A, Adenina;
T, Timina;
G, Guanina;
C, Citosina
È como as letras de nosso alfabeto, que com elas escrevemos tudo e muitas informações...
com as letras fazemos este estudo! pois transformamos os códigos-letras em informação
o que sabemos é o pingo da ponta do iceverg!
pq o assunto é extremamente lindo e complexo!
o Eterno escolheu um home de descendência direta de Set filho de Adam para ser o gerador da descendência de um povo!
quando Avraham recebeu a promessa tinha 70 anos... e uma esposa estéril
o Eterno sempre preservou um remanescente par ao servir
Adam, Set, Enoque, Matusalém, Noé
Sem em linha ininterrupta, preservada de época em época
esses preservaram as preciosas revelações de Sua verdade.
O sangue que se circula nas artérias e veias de um bebê no útero materno, não é derivado da mãe, o sangue é produzido dentro do corpo do próprio feto. Somente depois que a zerah (esperma), fertiliza o óvulo, o feto começa a se desenvolver, e o sangue aparece.
não é derivado da mãe!!!!
E por isso no casamento é importante ver se o sangue dos conjugues combinam!
Depende do sangue do pai... muitas mulheres não podem gerar filhos... hoje tem tratamento....
lembra dos tipos sanguíneos... A - O AB positivo e negativo - quem pode receber transfusão de quem, ... quem pode doar pra quem...se uma pessoa recebe sangue incompatível morre!
a vida é o sangue! E no sangue está a descendência! o DNA o cromossoma Y - a zerah!
Estão entendendo? Somando as informações?
Estou querendo dizer que para estudar o cap. 7 - vc precisa saber disso.... pq senão vc está falando de um assunto que nem entende!
Achismo!
Digamos que o único meio projetado pelo Eterno para a propagação do povo - pq apesar de eel não levar o coromossoma ela dá a herança dos traços de personalidade e índole!
tanto é que o homem não poderia ter filhos com qualquer mulher - e sim com as mulheres do povo! ouseja das famílias!
quem são estas famílias????
: vou fazer outra pausa...
hj o Eterno preserva esta descendência e usa mecanismos para isso, que são características impressas no rosto, no cheiro, e em outros sentidos...de forma que a paixão é algo inexplicável! E é possível com um indivíduo e não com outro... essa é uma forma que o Eterno preserva a geração do Seu povo através dos séculos!
[ um homem de descendência direta de Adam e Set....Noach e Shem... Avraham que gerou Ytzak, ...
Ytzak o os gêmeos Yakov e Esav - esaú - A descendência de Esaú foi extinta!
e Yakov teve 12 filhos que deram origem as 12 tribos
Sabendo que o Eterno escolheu a dedo como seriam esses filhos e houve benção para a zerah de cada um deles... nós podemos chegar em Gilyahna (apoc-) 7 sem entendimento disso tudo e toda a complexidade que isto tem, não podemos chegar ao capítulo 7 de Gilyahna (Apoc-) e simplesmente dizer: existe uma mensagem, existem características, pessoais, e existem as letras escritas pelo Criador no sangue destas gerações... existe uma promessa que por meio exatamente disto as nações de toda a terra seriam benditas!!!
Teus olhos viram meu corpo informe, ainda, no Teu
rolo todos os meus membros já estavam anotados, que
foram formados quando ainda nenhum deles existia (TEHILLIM – SALMOS 139;16)
O assuntos que vamos tratar aqui, transcende em muito a nossa singela compreensão da vida que nos rodeia, com toda a nossa pequenez e superficialismo. Tudo o que nos resta é esvaziar-nos e render-nos humildemente diante da perfeição do assombroso poder do Criador! Criação, design, exatidão matemática, beleza, elegância e perfeição!
Para compreendermos o tema, primeiro temos que ter o conhecimento de alguns fatos:
O alfabeto hebraico:
Diferente da nossa
linguagem latina, as palavras no hebraico são escritas apenas com
consoantes, que podem ser lidas de diferentes maneiras com o auxílio
de diferentes vogais, que não são sinalizadas e pontuadas, por isso
poderiam se lidar de diversas maneiras. Cada letra corresponde a
palavras, de diferente natureza e índole que
lhe dão uma amplitude de sentidos. As letras também possuem valores.
Sim, valores numéricos! De forma que as palavras, também transmitem
valores. Quando se lê uma palavra se lê um valor matemático! Quando se
juntam letras na formação de uma palavra temos também códigos e
frases...
O
alfabeto e a construção da linguagem hebraica estão além da simples
escrita e fonética, ela associa a palavra com a essência do conhecimento
da vida e da história humana, ela transcende do físico, adentra na
ciência, e descodifica a vida. De modo que tudo o que vemos a primeira
vista é superficial, e a medida que nos aprofundamos só compreendemos
nossa incapacidade em adentrarmos no infindável, e só temos que nos
render ao fato de que seremos eternos aprendizes!
Vemos isto claramente na tão conhecida decifração da mensagem das 4 letras letras que compõem o nome YAHVEH.
O
original pictograma semita, da primeira letra, é um braço e uma mão. O
significado desta letra é: trabalhar, fazer e jogar - todas as funções
da mão. O nome “yud”, no hebraico moderno, é um derivado das duas letras
da palavra “yad” que significa “mão”, o nome original para a letra.
A
próxima letra é um homem em pé com os braços erguidos. O hebraico
original e moderno para esta letra é “hey.” A palavra hebraica “hey”
significa “contemplem”. Esta palavra também pode significar uma
“respiração” ou “suspiro”, como se faz quando se olha para uma grande
visão. O significado da letra é contemplem, visão, respiração, suspiro e
revelar ou a revelação da ideia de revelar uma grande visão, apontando
para ela.
O
pictograma original usado no Primeiro manuscrito Semita para VAV -
prego - é um, uma imagem de uma estaca. As estacas eram feitas de
madeira e podiam ter a forma de Y para impedir que a corda deslizasse.
O nome termina com mais um “hey “
Mão – Contemplem – Prego - Contemplem!
E no hebraico moderno tempos as palavras :
Mão - Furo – Prego – Furo!
Na simbologia, então, o nome do Pai eterno, no hebraico antigo, revela o Seu plano de salvação através de Seu Filho unigênito: Como é maravilhoso o nosso Pai!
Na simbologia, então, o nome do Pai eterno, no hebraico antigo, revela o Seu plano de salvação através de Seu Filho unigênito: Como é maravilhoso o nosso Pai!
Mas como disse, as letra do alfabeto hebraico também possuem uma valor numérico:
Nas quatro letras que compõem do nome do Eterno – יהוה os valores numéricos são:
י - é a décima letra do alfabeto cujo valor numérico é 10
ה - é a quinta letra do alfabeto cujo valor numérico é 5
ו - é a sexta letra do alfabeto cujo valor numérico é 6
ה - é a quinta letra do alfabeto cujo valor numérico é 5
Agora pasmem com esta informação:
Recentemente cientistas estudando o DNA que é a
sigla para: Ácido desoxirribonucleico, composto orgânico cujas
moléculas contém instruções genéticas – que é o “programa, o softwere
da vida” que coordena o desenvolvimento e funcionamento de todos os
seres vivos, está escrito no núcleo das células, no interior dos
cromossomos. É o mais avançado código conhecido pela humanidade!
Os segmentos de DNA que contém a informação genética são chamados de genes.
Os segmentos de DNA que contém a informação genética são chamados de genes.
A,
Adenina; T, Timina; G, Guanina; C, Citosina - em forma de código no
interior de cada célula de seu corpo são livros escritos, um “mapa
genético”, 23 pares de cromossomos, os programas da vida, com todos os
tipos de instintos, cor do olhos, pele e cabelo, suas texturas e formas,
tudo o que você aparenta por fora e cada característica de seus órgãos
internos bem como o seu devido funcionamento, estão detalhados,
escritos, no DNA na sequencia de genes agrupados e distintos. Livros
escritos de tudo o que você é, como pensa e age.
Um
grupo de pesquisadores atestaram que uma sequencia de números se
repete em forma de código no DNA, segundo as palavras deles – “este
código parece como uma “assinatura”. Ao considerar a carga dos elementos químicos do DNA o seguinte padrão numérico se repete:
10 – 5 – 6 - 5
Eles
então passaram a tentar decifrar este código, e tiveram a idéia de
substituir os números por letras hebraicas. Como vimos os números
hebraicos são letras.
10 – 5 – 6 - 5 correspondem as letras Yod - Hé - Vav - Hé - יהוה - Yahveh!
Impressionante!
O Criador assina suas obras!!!
O que as pessoas não compreendem é que a palavra Deus - não corresponde
ao tetragrama!
Ivonil F. Carvalho
Diná Soares
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