sexta-feira, 9 de junho de 2017

Feitos da besta em portugal

História da Inquisição Portuguesa, Profecias e Verdade! Houve-se exaustivamente falar que na Inquisição, o catolicismo, perseguiu e matou milhares de cristãos. Será isto completamente verdade? Sempre vinha a pergunta: Por que os céus dariam tanta “importância” a região de Lisboa, a ponto de ser o grande epicentro da abertura do sexto selo? Por que Portugal? Afinal não haviam outras nações que incorreram em maior pecado? É de se levar em consideração algumas observações de extrema importância para entendermos os acontecimentos que hoje parece tão longínquos e quase inexplicáveis, mas as Escrituras proféticas, juntamente com a história nos podem dar um vislumbre mais real do que sucedeu. Vamos colocar aqui de forma resumida os acontecimentos históricos que pontuaram a abertura dos Selos do Livro da Gilyahna (Apocalipse) com suas respectivas datas: PRIMEIRO SELO: Símbolo - Cavalo Branco Período: Do ano 34 ao ano 100 PRIMEIRA CARTA: ÉFESO Principais Acontecimentos: Esta foi a era onde a verdade foi recebida pura das mãos dos discípulos nazarenos, que por sua vez a receberam do próprio Yahshuah Natsori-nazareno-o Mashyah, por isso o branco, simbolizando a pureza. Mas já nesta época houve a “perda do primeiro amor” e iniciou-se as dissenções. SEGUNDO SELO: Símbolo – Cavalo Vermelho Período: Do ano 100 a 313/323 SEGUNDA CARTA: ESMIRNA Principais Acontecimentos: Progressivamente o cavalo se torna vermelho, com perseguições, abandono das verdades. Neste tempo, aconteceu o surgimento de erros, que permanecem até hoje. Culmina com a visão do Imperador Constantino que viu duas grandes letras no céu “Cris Ro” que veio a se tornar Cristo, o ungido dos raios do sol, em substituição do Mashyah, o ungido de Yah, fundando assim o cristianismo, com suas doutrinas, cujas quais trazem divisão até os dias de hoje. TERCEIRO SELO: Símbolo – Cavalo Preto Período: Do ano 313/323 a 538 TERCEIRA CARTA: PÉRGAMO Principais Acontecimentos: Os erros consolidaram-se, porque ninguém queria estar em desacordo com a religião oficial do Imperador Romano, que foi considerado “Divinus” época essa marcada por tolerância de imoralidade, idolatrias e heresias. Havia províncias divididas em regiões, em cada uma delas haviam “bispos” cujo qual o mais poderoso era o “bispo de Roma” que, ao lado dos Imperadores tinham governabilidade. Surge então a cabeça da igreja romana – o Papa. QUARTO SELO: Símbolo – Cavalo Amarelo Período: Do ano 538 a 1517 QUARTA CARTA: TIATIRA Principais Acontecimentos: Cavalo Amarelo símbolo de morte. Morte da pureza e da verdade àqueles que a amassem! Com o surgimento do papado em 538, iniciou-se também o período dos 1260 anos de perseguição aos que permaneciam fiéis a verdade. É impossível descrever aquilo de que temos notícia, não eram apenas decretos de morte, que por si só seria terrível, foram as mais cruéis e doentias maldades em forma de torturas, e atos desumanos, pensados e inspirados por mentes de demônios, que foram imputadas aqueles que ousaram permanecer em defesa da verdade. A igreja romana batizava a força os chamados judaizantes, estes recebiam, o título de : “Novos cristãos ou Cristão novo” a história registra toda a sorte de subjugante opressão da liberdade de consciência. Os originais dos escritos dos nazarenos, os discípulos de Yahshuah, existiam apenas das mentes e nas mãos de alguns que os conservavam, com risco de tortura e morte sua e de sua família. Em 1517 – surgiram os reformadores, haviam se passado 979 anos, a verdade pura havia se perdido quase completamente – morte. Os reformadores, indignados começaram a expor as atrocidades do sistema papal, com base naquilo que eles tinham em mãos que era a Vulgata Latina de Jerônimo a cópia da Escritura grega – a Septuaginta – que foi mudada por ordem do Papa Dâmaso – e não das Escrituras hebraicas. A reforma protestante foi em cima da Vulgata. QUINTO SELO: Período: 1517 a 1755 QUINTA CARTA: SARDES Período Carta – 1517 a 1798 Principais Acontecimentos: A partir do quinto selo, não haviam mais cavalos, o símbolo da força havia se acabado. Séculos de martírio, sofrimento e sangue...Há um clamor! Ao olharmos para a história clamamos interiormente da mesma forma: quanto sangue inocente derramado! Até quando ó soberano não julgas estas coisas? Até quando não vingas? Apoc. 6: 9 a 11 – A resposta do verso 11, nos remete ao significado da palavra Sardes – Resto. Aqui as datas do fim dos períodos, diferencia-se. O fim do quinto selo e inicio do sexto em 1755 - Terremoto de Lisboa O fim do período da quinta carta 1798 – Final do período dos três anos e meio, ou tempo, tempos e metade de um tempo ou seja os 1260 dias/anos de perseguição (538 a 1798) – onde as 2 testemunhas que são as Escrituras Tanak e Brit hadashah são vestidas de saco, passaram a se chamar de Novo e Velho Testamento onde aparecem os nomes adulterados. Período está em Dan. 7: 23 a 25 - Apoc.11: 3 e 6:10. · SEXTO SELO: Período: 1755 até a volta de Yashshuah há Mashyah Principais Acontecimentos: Com a abertura do sexto selo – Acontece um grande terremoto, o sol se torna negro e a lua em sangue. É aqui que queremos deter na explanação deste tema. Para dar uma ideia mais didática, vamos terminar a sequencia, depois voltamos a abertura do sexto selo. SEXTA CARTA- FILADÉLFIA Período – 1798 a 1844 Acontecimentos: No início deste período nos deparamos com a Revolução Francesa. Acontece a prisão do Papa Pio VI – Um italiano de nome Giovani Angelu Brask de 82 anos, simbolizando assim a ferida de morte do poder que surgiu no ano 538, ele morre em seguida em 1799 - (Apoc. 13:3) – O fim deste período, se dá com o Fim do período profético das 2300 tardes e manhãs ou 2300 anos, Dan. 9: 25 a 27 , que iniciou-se no ano 457 antes da era comum e se estende até 1844 – exatamente no dia 10 do sétimo mês – o dia de Yom Kippur – Dia da Expiação ou dia do Perdão, em que o nosso sumo sacerdote Yahshuah inicia o Julgamento dos que hão de herdar a salvação, começando com os mortos, em seguida os vivos, e seu fim se dará com a abertura do sétimo selo – quando ele o terminará. SÉTIMA CARTA- LAODICEIA Período – 1844 até a volta de Yahshuah haMahyah Acontecimentos – Este é um período bem diferente para o povo do Eterno. Diria não menos conturbado. Não vemos aqui derramamento de sangue, isso não é mais necessário já que as testemunhas estão vestidas de saco, e o povo do Eterno fora quase completamente destroçado. Mas a profecia conta que sobraram alguns. Os dias foram abreviados, “porque se não fossem, nenhum escolhido sobreviveria.” Mat. 24:22 As mortes cessam... Inicia-se o período com Guilherme Miller que começa a estudar o calendário hebreu, o mesmo que causou a morte de muitos Yahdi (judeus). Surge um estudo inspirado pelo céu! Grandes verdades começam a ser lentamente restauradas, surge uma luz, a mesma que iria ter seu esplendor gradativamente aumentado até ser dia perfeito. Vivemos neste tempo, e vemos estas mesmas verdades sendo desdobradas perante nossos olhos quase incrédulos gradativamente! SÉTIMO SELO: Volta do Mashyah Principais Acontecimentos: Este, por sua riqueza de significância e detalhes, merece um capítulo a parte. O que faremos em breve! Aguardem! Voltaremos agora a: ABERTURA DO SEXTO SELO: “Estes sinais foram testemunhados antes do início do século XIX. Em cumprimento desta profecia ocorreu no ano 1755 o mais terrível terremoto que já se registrou. Posto que geralmente conhecido por terremoto de Lisboa, estendeu-se pela maior parte da Europa, África e América do Norte. Foi sentido na Groenlândia, nas Índias Ocidentais, na Ilha da Madeira, na Noruega e Suécia, Grã-Bretanha e Irlanda. Abrangeu uma extensão de mais de dez milhões de quilômetros quadrados. Na África, o choque foi quase tão violento como na Europa. Grande parte da Argélia foi destruída; e, a pequena distância de Marrocos, foi tragada uma aldeia de oito ou dez mil habitantes. Uma vasta onda varreu a costa da Espanha e da África, submergindo cidades, e causando grande destruição. Foi na Espanha e Portugal que o choque atingiu a maior violência. Diz-se que em Cádiz a ressaca alcançou a altura de vinte metros. Montanhas, “algumas das maiores de Portugal, foram impetuosamente sacudidas, como que até aos fundamentos; e algumas delas se abriram nos cumes, os quais se partiram e rasgaram de modo maravilhoso, sendo delas arrojadas imensas massas para os vales adjacentes. Diz-se terem saído chamas dessas montanhas. ” — Princípios de Geologia, Sir Charles Lyell. Em Lisboa, “um som como de trovão foi ouvido sob o solo e imediatamente depois violento choque derribou a maior parte da cidade. No lapso de mais ou menos seis minutos, pereceram sessenta mil pessoas. O mar a princípio se retirou, deixando seca a barra; voltou então, levantando-se doze metros ou mais acima de seu nível comum. ” “Entre outros acontecimentos extraordinários que se refere terem ocorrido em Lisboa durante a catástrofe, esteve o soçobro do novo cais, construído inteiramente de mármore, com vultosa despesa. Grande número de pessoas ali se ajuntara em busca de segurança, sendo um local em que poderiam estar fora do alcance das ruínas que tombavam; subitamente, porém, o cais afundou com todo o povo sobre ele, e nenhum dos cadáveres jamais flutuou na superfície. ” — Lyell. “O choque” do terremoto “foi instantaneamente seguido da queda de todas as igrejas e conventos, de quase todos os grandes edifícios públicos, e de mais da quarta parte das casas. Duas horas depois, aproximadamente, irromperam incêndios em diferentes quarteirões, e com tal violência se alastraram pelo espaço de quase três dias, que a cidade ficou completamente desolada. O terremoto ocorreu num dia santo, em que as igrejas e conventos estavam repletos de gente, muito pouca da qual escapou. ”—Enciclopédia Americana, art. Lisboa. “O terror do povo foi indescritível. Ninguém chorava; estava além das lagrimas. Corriam para aqui e para acola, em delírio, com horror e espanto, batendo no rosto e no peito, exclamando: “Misericórdia! É o fim do mundo! ” Mães esqueciam-se de seus filhos e corriam para qualquer parte, carregando crucifixos. Infelizmente, muitos corriam para as igrejas em busca de proteção; mas em vão foi exposto o sacramento; em vão as pobres criaturas abraçaram os altares; imagens, padres e povo foram sepultados na ruína comum. ” Calculou-se que noventa mil pessoas perderam a vida naquele dia fatal”. O Grande Conflito pag. 303 a 305 Como disse no início não sabia porque esta ênfase a Lisboa, mas agora entendi e espero que vcs também entendam, duas coisas que por décadas estiveram obscuras. A primeira é: Por que Lisboa? A segunda é: Quem foram os perseguidos durante os 1260 dias/anos, 12 séculos? Estes não eram cristãos! Vemos que esta informação é totalmente equivocada, pois foram os “judeus e judaizantes” que derramam seu sangue, em defesa da verdade. E agora podemos entender claramente que foi os cristãos que surgiram com Constantino no século XIV – o mesmo poder que representa o animal sem nome terrível e espantoso na descrição de Danyahu (Daniel) no cap. 7 O que Satanás queria tanto esconder com a morte de judeus durante 12 séculos? O que só este povo sabia? O que só eles poderiam dizer ao mundo? Porque foram tão odiados por ele? Tudo fica bem claro no vídeo abaixo: "História da Inquisição Portuguesa"- uma entrevista que aconteceu em Portugal, onde participaram um historiador e um padre. Assistam Vídeo: Por Diná Soares Ivonil Ferreira de Carvalhfazer um blog

O MISTÉRIO DA INIQUIDADE

"O MISTÉRIO DA INIQUIDADE"



MISTÉRIO DA INIQUIDADE"


Teslonikyah Bet – תסלוניקיאב
Segundo Aos Tessalonicenses1;

3 Para que ninguém vos engane, seja de que modo for; porque o Yom (dia) do Soberano Yahshuah; não virá, sem que antes venha a rebelião, e que o poder forte do pecado revele o nome blasfemo de perdição.
Esse mesmo é o anti-Mashyah!
4 O qual será exaltado, e colocado num Hekel (trono) para ser venerado, e declarado ser ele o próprio Mashyah!



 O apostolo Shaul (Paulo), em sua segunda carta aos tessalonicenses, predisse a grande  apostasia que teria como resultado o estabelecimento do poder papal. Declarou que: “... o dia do Mashyah não viria “sem que antes venha a apostasia, o
3 Para que ninguém vos engane, seja de que modo for; porque o Yom (dia) do Soberano Yahshuah; não virá, sem que antes venha a rebelião, e que o poder forte do pecado revele o nome blasfemo de perdição.
Esse mesmo é o anti-Mashyah!
4 O qual será exaltado, e colocado num Hekel (trono) para ser venerado, e declarado ser ele o próprio Mashyah! ... E, ainda mais, o apóstolo adverte os irmãos de que “já este mistério da iniquidade opera.”
Teslonikyah Bet – תסלוניקיאב: 3, 4 e 7. Aproximadamente ao tempo do martírio de Shaul (Paulo), pouco depois que escreveu estas palavras, no início do governo de Nero, surgiram as perseguições que continuaram com maior ou menor fúria durante séculos. Os seguidores do Mashyah, eram condenados como rebeldes ao império, como inimigos da religião e peste da sociedade. Grande número deles eram lançados às feras ou queimados vivos nos anfiteatros. Alguns eram crucificados, outros cobertos com peles de animais bravios e lançados nas arenas para serem despedaçados por cães. De seu sofrimento muitas vezes se fazia a principal diversão nas festas públicas perante vastas multidões que saudavam os transes de sua agonia com risos e aplausos. Onde quer que procurassem refúgio, eram caçados como animais. Eram forçados a procurar esconderijo nos lugares desolados e solitários. “Desamparados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno), errantes, pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra”. Hebreus 11:37, 38. 

Os netzarim, foram perseguidos e mortos, eram seguidores de יהשועה Yahshuah há Mashyah! Eram o grupo que compunham o cavalo branco de Apocalipse, representados pela kehilah de Efsiyah (igreja de Éfeso). As catacumbas proporcionavam abrigo a milhares. Por sob as colinas, fora da cidade de Roma, longas galerias tinham sido feitas através da terra e da rocha; o escuro e complicado trama das comunicações estendia-se quilômetros além dos muros da cidade. Nestes retiros subterrâneos, os seguidores de Mashyah sepultavam os seus mortos. Durante este terrível período satanás não conseguiu deturpar a verdade. Mesmo naqueles primeiros tempos, viu ele, insinuando-se, erros que preparariam o caminho para o desenvolvimento do papado, o que aconteceu gradativamente nos quatro séculos  posteriores. Pouco a pouco, silenciosamente, e depois mais as claras, a medida que o mistério da iniquidade crescia em força, e conquistava o domínio, isto foi acontecendo e se consolidou com o passar dos séculos, tanto que a  verdade hoje parece totalmente estranha e desconhecida, foi varrida da mente das pessoas. Quase imperceptivelmente os costumes greco romanos do paganismo foram se misturando com as verdades das Escrituras, surgindo assim um sistema que manipulou a mente grande massa, ignorante, maltratada, perseguida e sem informação, e a este sistema que anteriormente era o governo imperial romano, agora com uma roupagem religiosa, nesta ocasião substitui o imperador pelo bispo de Roma. Neste cenário mutante, Constantino – imperador romano, antes de uma batalha, teve uma visão no céu, quando olhava para o sol, viu as letras gregas XP (Chi - Rho, as primeiras duas letras de Χριστός, "Cristo") entrelaçadas com uma cruz apareceram-lhe enfeitando o sol, juntamente com a inscrição "In Hoc Signo Vinces" — latim para "Sob este signo vencerás". Constantino, que era pagão na altura (apesar de que provavelmente sua mãe fosse cristã), colocou o símbolo nos escudos dos seus soldados. Lutou e ganhou. Surgiu então o Cristo - do grego Xριστός, "Christós" - ungido dos raios do sol, que ficou no lugar do Mashyah – que significa ungido de Yah (Yahveh). Surgiu o cristianismo,  os seguidores de Cristo     

 MONOGRAMA DE CRISTO que até hoje é um símbolo papal. São as primeiras letras do nome de Cristo em grego.  O “X” pronuncia-se – quis    O  “P” tem um som “R” O Mashyah não é o Cristo! No primeiro século o grupo de seguidores do Mashyah, era chamado de netzarin – seguidores do Nazareno e não cristãos. A palavra “cristão” foi inserida nas bíblias que eram cópias em latim das Escritura hebraica. Surgiu o mistério da iniquidade! O que formou o mistério da iniquidade?: Os templos greco romanos inspiraram a substituição do Templo de Yahushalaim que os romanos destruíram no ano 70 por Tito. Sumo pontífice oficialmente foi colocado como uma imitação do Koren Gadol (Sumo Sacerdote) -  ano 508 Doutrina da trindade –  em lugar do Trono de Ambos (Zacarias 6:12 e 13) -ano 325. Espírito Santo substituiu o Rukha ou Ruach kadoch – vento, sopro, emanação  e ou poder sagrado. A Escritura –  Tanak - que foi traduzido para o greco  com o nome de Septuaginta,  continha o tetragrama sagrado, יַהְוֶה. Em cópias posteriores o tetragrama foi substituído pela palavra Kririos (Senhor) e na Vulgata Latina, a tradução para o Latim, foi inserido a palavra Deus – uma referência a Zeus IEVS, IESOUS depois Jesus com o surgimento da letra "J"  inventada pelo francês Pierre de la Rammé – significando "salve Zeus" ou IE- deus  + SUS  porco em hebraico e cavalo em latim um nome composto em blasfêmia cumprindo a profecia de Apo. 13:6  substituiu o único nome que salva  יהשועה Yahshuah (salvação de Yah)  O Mashyah – ungido de Yah – substituído por Cristo – ungido do sol.   Nazarenos foram substituídos por cristãos.  O nome da nação - Yahshorul - que significa Yah justo supremo por Israel - referência a Isis, Ra e Bel.  Ul him - que significa Soberano de poderes por - elohim - El - referencia a Bel   A cruz substituiu o madeiro ou estaca de tortura tornando-se um dos símbolos da nova religião.   As Escrituras eram proibidas, sob pena de morte, e só a tradução latina (em latim) era permitido serem ouvidas nas missas lidas apenas por padres e bispos.  Vulgata Latina,  substituiu a Tanak – (torah – ketuvim, e navyim) com o nome de “Velho Testamento”  e a  Brit hadashah, agora com novo nome – Novo Testamento, ambas traduzidas do grego e não da língua original dos profetas, discípulos e apóstolos, com adulterações dos nomes verdadeiros, que começam a serem distribuídas largamente por Sociedades Bíblicas, ao redor do mundo. O Festas do Eterno – os Moadim – foram deturpadas e esquecidas, substituídas por feriados cristãos observados até hoje em datas de um calendário romano. O calendário real com a contagem do tempo do Criador que se encontra nas Escrituras com o ano(movimento de translação) iniciando em Abibe foi substituído ela adoração a Jano deus de 2 faces. A lua que marca os meses e semanas (movimento de lunação e suas fases) com início na lua nova (primeira crescente) foi substituído num calendário apenas solar, as horas e o início do dia foi modificado para início a meia noite (o primeiro minuto depois da meia noite) Os movimentos de escrita originalmente, da direita para a esquerda, foi substituída pela escrita da esquerda para a direita. Os movimentos dos astros sol e lua que caminham no céu da direita para a esquerda, como indicadores do tempo,  foram substituídos por movimentos horários contrário a evolução natural,  inserido nos relógios artificiais com algarismos romanos no lugar de numerais. 



 O primeiro mês, conhecido por Abibe, e os outros meses, designados por numerais atualmente homenageiam deuses greco romanos, como: Jano - deus das 2 faces que olha para o futuro e o passado; Februária festa de oferenda aos mortos em Roma; Marte – deus da guerra; Abril – Aperire  - (abertura da flores) em honra a Afrodite; deusa Maia mãe de Mercúrio; deusa Juno; homenagem aos imperadores  Júlio césar e César Augusto. Os meses Setembro, referente a 7;  Outubro a 8; Novembro a 9 e Dezembro a 10, ficaram fora de lugar. O verdadeiro shabat, que sempre foi marcado como o sétimo dia após a lua nova, sendo seguido de 6 dias de trabalho, e seguindo assim como cada sétimo dia até o final da lunação (29 dias , 12 horas, 44 minutos e 33 segundo aproximadamente)  até a próxima lua nova, que está marcado no céu, nas fases da lua foi substituído por falsos dias de repouso, como o dia de saturno - saturnday e o domingo - dia do sol que acontece em semanas sequenciais.   A semana natural marcada pelas fases da lua foi substituida pelo mito das semanas sequenciais. Foi criado, e ocultado o calendário Juliano com 8 (oito) dias representados por letras de “A” até a letra “H” e mudado aleatoriamente sempre os pontífice achassem necessário. Doutrinas, cerimônias idolátricas, ritos, superstições, deram origem a cultos e missas, trazendo em seu seio toda a sorte de crendices, em substituição a verdadeira adoração implantada biológica, astronômica e cronologicamente através da pura palavra do Soberano Yahveh. Esses fatores juntos ou fracionados, formam o mistério da iniquidade, um poder, rotina, crença governo monárquico, uma religião mãe e suas filhas, (as ramificações com algumas diferenças) que hoje se assenta em diálogos ecumênicos, ou são observadores de tais diálogos, une hoje os pretensos seguidores do “Cristo”, em baixo de uma mesma bandeira levantada por Constantino, consolidada pelo papado e que hoje leva o nome de cristianismo. Satanás conseguiu pela habilidade e artimanha o que não pode conseguir pela força! Sempre houve e haverá duas classes de pessoas, os que se conformam e adequam suas vidas com o erro, e os que se afastam e defendem a verdade mesmo sob lutas, pessoas cuja presença e ensinos causam ódio e oposição. O Príncipe da Paz, veio trazer a espada. A espada nas mãos daqueles que odeiam a pureza das Escrituras. E a paz que inunda os que aceitam os sagrados ensinos, e estão reconciliados na shalom de Yah! 

Por
Ivonil F.Carvalho
Diná Soares

sábado, 3 de junho de 2017

Chag Sameach Shavuot - Feliz Fiesta de las semanas.

La ley - "Instrucción" no menciona específicamente un motivo para la celebración de la fiesta de Shavuot.
El nombre significa "semanas" (Dt 16, 10). El motivo del nombre es que la fiesta siempre sucede siete semanas (es decir, en el quincuagésimo día) después de la primavera.


En portugués, es común que esta fiesta reciba el nombre de "pentecostés", palabra de origen griego (50º día) que hace referencia al número cincuenta. La fecha de la fiesta de Shavuot se calcula a través del recuento de estos cincuenta días, a partir de la Chag Bikurim en cumplimiento de Levítico 23: 15 y 16. El recuento se llama sefirat ha-ômer (recuento del ômer). Ômer (literalmente: haz) es el nombre de una medida, y la referencia es a una cantidad de cebada que debería ser ofrecida después de Pesse (Lv 23: 10-11).


En Números 28: 26, Shavuot se llama Yom habikurim "(día de los primeros frutos). Otro nombre de esta fiesta es "atzêret", que significa "interrupción" o "conclusión".


En la tradición judía, la fiesta recibe motivos y nombres como "Fiesta de la Cosecha" y "Tiempo de la entrega de la Instrucción" - el día en que la ley fue recibida en el Sinaí en el tercer mes. Por lo tanto, tradicionalmente, Shavuot conmemora el aniversario de la entrega de la Instrucción! ¡Entrega de la Instrucción (torah) Ley de los 10 Mandamientos!


En Hechos 2 - Este mismo día, 09 del tercer mes del año 31 - cumpliendo el símbolo de la lluvia temprana, y el inicio de la predicación de las Buenas Nuevas de la venida del Mashyah, otra extraordinaria manifestación tuvo lugar en cumplimiento de la promesa del Salvador. Los talmidim de Yahshuah recibieron el derramar del Rukha Hakadosh!


En el calendario gregoriano, las semanas son secuenciales, muchas personas incluso los judíos cuentan los días corridos sin tener en cuenta, a rosch chodesh- a la rosch chodesh, a la que se le llama vulgarmente de Pentecostés palabra griega equivalente a 50 (50º), a la inversa de las siete semanas enteras, como en el calendario gregoriano, La luna nueva que es la cabeza del mes, junto con los 30 días que completan exactamente las lunaciones, no forman parte del recuento de las SEMANAS INTEIRAS. ¡Este detalle es muy importante! En Lev. 23:12 Y 15 dice:
"El día inmediato al shabah, el sacerdote moverá, el día que mueves la salsa .... Contad a los demás desde el día en que trajiste la salsa de la oferta movida, SIETE SEMANAS INTEIRAS SERÁN"

IMPORTANTE:

Es imposible determinar la fecha correcta, si ésta no se cuenta a partir de la luna nueva del primer mes después del equinoccio de primavera (en el hemisferio norte - de otoño del hemisferio sur)
Una vez más vemos de forma maravillosa los dos astros Sol y Luna - colocados en el cielo en el cuarto día de la Creación (Génesis 1: 14) marcando como un "OT" - una señal visible de los tiempos sagrados de Yahveh.





El descenso del Rukha kadosh sobre los Talmidim en el día de Shavuot

1 Y cuando el recuento para la molida de Shavuot se completó por el omer ("el período del ômer-señala la compleción de las siete semanas enteras entre el perez y Shavuot-Devarym (Deut-) 23; 15) todos ellos estaban en un solo acuerdo en un mismo, (En inglés).
2 Y de repente vino un sonido de los shamaym (cielos), como del rugir del Rukha Hakadosh, y llenó toda la Casa donde estaban sentados.
3 Y allí aparecieron divididas entre ellos, lenguas como el fuego, y se posaba sobre cada uno de ellos. 4 Y todos ellos quedaron llenos del Rukha Kadosh, y comenzaron a hablar en otras lenguas, conforme el Rukha Hakadosh les concediera la pronunciación.

Maaseh Shlichim capitúlo 2 (Hechos de los Emisarios de Yahshuah).

Ivonil  Ferreira de Carvalho

Happy Feast of the weeks.

Chag Sameach Shavuot - חג שמח השבועות

Happy Feast of the weeks.The law - "Instruction" does not specifically mention a motive for the celebration of Shavuot's feast.
The name means "weeks" (Deut 16: 10). The reason for the name is that the party always happens seven weeks (or Postages  be, on the fiftieth day) after the Passover.


In Portuguese, it is common that this party receives the name of "pentecostes", word of Greek origin (50º day) that refers to the number fifty. The date of the feast of Shavuot is calculated by counting these fifty days, a from the Chag Bikurim in fulfillment of Leviticus 23: 15 and 16. The count is called sefirat ha-omer (counting of the homer). Omer (literally: beam) is the name of a measure, and the reference is to a quantity of barley to be offered after Passover (Leviticus 23: 10-11).


In Numbers 28: 26, Shavuot is called Yom habikurim "(day of the first fruits). Another name for this party is "atzêret", which means "interruption" or "conclusion."


In Jewish tradition, the festival receives motifs and names such as "Feast of Harvest" and "Time of Instruction" - the day on which the law was received at Sinai in the third month. Therefore, traditionally, Shavuot celebrates the anniversary of the delivery of the Instruction! Delivery of the Instruction (torah) Law of the 10 Commandments!


In Acts 2 - On this same day, the 9th of the third month of the year 31 - fulfilling the symbol of the early rain, and the beginning of the Good News preaching of the coming of the Mashyah, another extraordinary manifestation occurred in fulfillment of the Savior's promise. The talmidim of Yahshuah received the pouring of Rukha Hakadosh!

It was also commonly called Pentecost Greek word equivalent to 50 (50th), instead of the entire seven weeks, as in the Gregorian calendar the weeks are sequential, many people including the Jews count days running without regard to rosch chodesh-a The new moon that is the head of the month, along with the 30th day that complete exactly the lunations, are not part of the count of WHOLE WEEKS. This detail is very important! In Lev. 23:12 And 15 says,
"On the day you move the sheaf .... You will count for yourselves from the day you bring the sheaf of the wave offering, SEVEN WEEKS WHOLE WILL BE"

IMPORTANT:

It is impossible to determine the correct date if it is not counted from the new moon of the first month after the spring equinox (in the northern hemisphere - autumn of the southern hemisphere)
Once again we see in a wonderful way the two Sun and Moon stars - placed in the fourth day of Creation (Gen.1: 14) marking as a "OT" - a visible sign of the sacred times of Yahweh.
The descent of the Rukha kadosh on the Talmidim on the day of Shavuot


1 And when the count for the moed of Shavuot was completed by the omer ("the period of the ommer-marks the complexion of the whole seven weeks between Passover and Shavuot-Devarym (Deut- 23:15) they were all in one accord in one place.
2 And suddenly a sound came from the shamaym (heavens), as from the roaring of Rukha Hakadosh, and filled the whole House where they were seated.
3 And there they appeared divided among them, tongues like fire, and rested on each one of them. 4 And they were all filled with Rukha Kadosh, and began to speak in other tongues, as Rukha Hakadosh gave them the pronunciation.

Maaseh Shlichim Chapter 2 (Acts of the Emissaries of Yahshuah).

Ivonil   Ferreira  de Carvalho

quinta-feira, 1 de junho de 2017

SINAIS MASSORETICOS (vogais-hebraicas) -novo


SINAIS MASSORETICOS (vogais-hebraicas)

os massoréticos (vogais-hebraicas)

Na segunda metade  do primeiro  milênio era atual, os  escribas conhecidos  como massoretas (doutores  da Torah)introduziram  um  sistema  de sinais  vocálicos, para facilitar  a leitura  do  texto consonantal  em hebraico. A MASSORÁ era um conjunto de comentários críticos e gramaticais (soletração, vocalização, divisão em orações e parágrafos etc.) A palavra "Massorah" é uma palavra HEBRAICA que quer dizer "TRADIÇÃO
No hebraico antigo escrevia-se somente com consoantes, e As vogais eram somente pronunciadas, isto é, as vogais eram transmitidas, através das gerações do povo judeu, oralmente e não de forma escrita, visto que a escrita da língua hebraica possuía apenas as consoantes.

Os Massoretas foram os responsáveis pela adição de vogais no texto hebraico moderno.

A padronização dos sinais e pontuação criados pelos massoretas se deu por volta do século X com o trabalho das famílias ben Asher e ben Naphtali. Uma dessas famílias, a de Ben Asher, foi responsável pela produção de importantes códices, tais como o Códice do Cairo(895 d.C.), o Códice Alepo (900-950 d.C.) e o Códice Leningrado (1008 d.C.). Os registros contidos nesses códices são conhecidos como textos massoréticos. O texto do Antigo Testamento que consta atualmente em nossas Bíblias é baseado nos textos massoréticos.

Os sinais massoréticos, em sua maioria, são colocados abaixo das letras, mas alguns também são colocados acima ou na linha média da letra. 


Vamos então conhecê-los:





LONGASBREVESSEMIVOGAIS
VOGAL "A"
Qamatz Gadol
(ver texto)
PatarShevau Qamatz
(Qamatz Qaton)
Shevau Patar
VOGAL "E"
TserêSegolShevauShevau Segol
VOGAL "I"

Hireq GadolHireq Qaton

VOGAL "O"


Vav RoulemRoulem


VOGAL "U"

Vav ShuruqQibuts




Em hebraico existem vogais LONGAS, BREVES e SEMIVOGAIS. Para melhor entendimento, precisaremos explicar alguns dos massoréticos.

Qamatz - O massorético "qamatz" possui um som de vogal  "A" p


Patar - É a vogal "A" breve. É

Shevau - Este massorético foi inventado para representar uma semivogal ou "vogal esvaída". Para entendermos tal coisa, devemos pensar nas palavras "advogado" ou "adjetivo", em português. Nestas palavras, após o "d", há, de fato, uma "vogal esvaída", que não é nem escrita, mas que é pronunciada por um tempo muito pequeno. Há pessoas que pronunciam erradamente a palavra como "adevogado", como se ali houvesse uma vogal. Este conceito de semivogal é importante de ser bem entendido, para uma perfeita pronúncia das palavras que contêm o massorético "Shevau" ou seus compostos.


Quando o "Shevau" aparece ligando uma consoante à outra, na mesma sílaba, ele é pronunciado como "E" bem curto, mas é vocálico ou sonoro. Um bom exemplo para este caso é a palavra "mnemônico" em português. Se usássemos massoréticos em português, certamente esta palavra receberia um "Shevau" vocálico entre o "m" e o "n" iniciais. O mesmo é válido para a palavra "pneu", que muitos pronunciam erradamente como "peneu".

Quando o "Shevau" aparece no final de uma sílaba, ele é pronunciado extremamente curto, e não é transliterado, mas atua de forma "secante" na palavra, causando uma pausa como se a palavra tivesse sido dividida em duas palavras. Novamente as palavras "advogado" e "adjetivo", em português, servem de exemplo para este caso, pois é como se pronunciássemos duas palavras "ad-vogado" ou "ad-jetivo". Se usássemos os massoréticos em português, estas duas palavras certamente receberiam o "Shevau" secante.

Shevau-Patar, Shevau-Segol e Shevau-Qamatz - Quando o massorético "Shevau" estiver sob uma consoante gutural (álef, áyin, hê, khêt ou rêsh), ele deve ser representado precedido pelo sinal de uma vogal longa ou breve (qamatz, patar ou segol).

Hireq Gadol e Hireq Qaton - A forma longa da vogal "I" é representada pelo Hireq Gadol, que é composto de um ponto sob a consoante que precede a letra YOD. A forma curta da vogal "I" é representada pelo Hireq Qaton que é apenas um ponto sob uma consoante. Além disso, a própria letra YOD, embora consoante, apresenta som de "I" e, eventualmente, "E".


Roulem e Vav Roulem - Estas são duas formas de "O" longo. O Vav Roulem é a representação da letra VAV com um ponto sobre ela, apresentando som de "O" longo por natureza. Este é o caso em que o VAV atua como "O" e não como "V". O ponto superior pode também ser usado em palavras onde não há o VAV mas que possuem, contudo, a pronúncia da vogal "O".

IMPORTANTE: Quando falamos sobre sinais massoréticos, esclarecemos que são sinais ADICIONADOS à escrita hebraica, e que não faziam parte do hebraico original. Assim, no caso do Vav Roulem, somente o ponto é, de fato, um sinal massorético. O VAV que aparece sob ele, existiria do mesmo jeito numa escrita onde os sinais massoréticos estivessem ausentes.

Vav Shuruq e Qibuts - São as representações longa e curta, respectivamente, da vogal "U". O Vav Shuruq faz parte do Nome do Criador,  e do Nome do Messias.

Esta é a forma quadrática do TETRAGRAMA SAGRADO-de imprensa- ou moderno- sem os massoréticos. Ao colocar os sinais massoréticos passamos a identificar a pronûncia, som-fonema-fonética corretos. É do TETRAGRAMA SAGRADO que partem as inúmeras Transliterações
 YAHWEH é o único nome que é realmente o nome próprio de ETERNO CRIADOR. Os outros nomes são títulos e não nomes propriamente.
O nome  YAHWEH= יַהְוֶה é derivado da forma causativa do verbo hebraico HAVAH (הָוָה), que significa “ser”, ou “existir”.
E de acordo a tradição judaica é a terceira  pessoa  do imperfeito no singular do verbo  SER.
O nome YAHVEH significa “Ele faz existir



YAHSHUAH
YUD HEY VAV HEY  mais as a letra Shin=Sh  com som de x e o massorético  VAV SHURUK=”U”   o Ayin com o Patar, “A”=  e  o HEY=H no final mudo =יהשועה
 יהשועה = YAHSHUAH  o nome do filho escrito  da direita  para  a esquerda em caracteres hebraicos transliterado.
Português: como você pode observar este Nome não tem nenhum, massôrach,
י ). Yôd = Y
ה ). Hêi = Ah
ש ). Shin = SH = X       
ו  )  VAV shuruk=U
ע ). Ain = A,
 ה ) Hêi  =H MUDO.
   יהשועה=YAHSHUAH   







Ivonil Ferreira d e carvalho

segunda-feira, 29 de maio de 2017

O Nome do Criador no DNA humano - Assinatura

O Nome do Criador no DNA humano - Assinatura
 





YHVH O NOME DO CRIADOR YAHVEH NO DNA HUMANO 
E estas informações então entre os filamentos que tem 2 nanômetros... eu vou explicar devagar e quero que entendam...
 pegue uma régua e ela estará dividia em milímetros, pegue um milímetro de divida em 1000(mil) pedacinhos
 cada pedacinho se chama micrômetro
 pegue esse micrômetro e divide em mais 1000 (mil) pedacinhos...
vc terá um nanômetro!
 e é dentro disso que está toda a informação genética de como fazer vc! como vc é em todas as características físicas, emocionais e espirituais!
 todas as informações de vc estão dentro desse fiozinho de 1 nanômetro de diâmetro!
 os cientistas estudam minuciosamente o DNA  em busca da origem da vida...  fizeram uma descoberta incrível
 essa complexidade de informação genética,  não é fruto do acaso,
 processos aleatórios não produzem informação genética...
existe um Escritor que fez você, que escreveu você!
 sem informação genética codificada não existe vida!
 A origem dessa informação é a origem da vida... vou devagar pra que todos entendam!!!
 olha a foto acima, existem pontes que conectam estas 2 hélices com formato espiral, que estão enroladinho no núcleo da nossa célula...
 estas "pontes" seguem um padrão de espaço...
 assim como nós damos espaço entre nossas palavras...
 ao escrevermos...
a cada 10 unidades de informação tem uma ponte...
 depois 5 unidades de informação tem outra ponte
 depois 6 tem outra ponte ... e depois 5 de novo... e
: a assim sucessivamente!
 10 - 5 -  6  - 5
 isso intrigou os cientistas, que pensavam que tinham diante de sim um código...
 pq isso é padrão de código!
 e compararam a letras hebraicas... sem dúvida o rukha os guiou nesta comparação...
 sabemos que as letras hebraicas tb são números!!!
 e estes números equivalem a יהוה
 yod = 10
rê = 5
vav = 6
rê = 5
então quero que olhem para si, e pensem que o nome do Criador está em seu código genético no interior de cada célula de seu corpo!

As informações são inúmeras
 estas informações estão dentro de nosso código do DNA
 somos estas letras - escritas pelo Criador!
 "Pois Tu formaste minha porção interior; Tu me envolveste no ventre de minha mãe. Eu Te darei hallel; porque eu fui espantosamente e maravilhosamente formado; magníficas são as Tuas obras; e minha alma sabe plenamente bem. Meus ossos não Te foram escondidos, quando eu fui formado no lugar oculto, e entrelaçado na porção mais baixa da terra. Teus olhos viram meu corpo informe, ainda, no Teu rolo todos os meus membros já estavam anotados, que foram formados quando ainda nenhum deles existia." Salmos (Tehillim) 139:13 a 16
: características pessoais!
 mas tb elas escrevem sua índole - personalidade!!!
 ou seja com estas letras - está escrito quem vc é!
: e quem te escreveu? e anotou seu nome no Livro da Vida desde antes da fundação do mundo???
 quem te escreveu é o mesmo que te selou para ser você o que é!
 "Pois Tu formaste minha porção interior; Tu me envolveste no ventre de minha mãe."
: Os genes, vibram, se alegram,  se estendem, numa dança de cura e vida, quando são cobertos de amor e de verdade! Na mesma intensidade, ficam acuados, apagam e morrem e se decepcionam nas intemperes e contradições e maus tratos de todas as formas.
: mas ...
 Sua índole nasce pronta! Sua personalidade tb!
 e tem mais... os espaçamentos desta palavras construidas com estas letra são:
 que correspondem as letras hebraicas - yod - re - vav - re -   10 -5 - 6 - 5
 letras que formam o Nome do Eterno
 YHVH
o V tb corresponde a U  vão somando as informações que eu vou dar mais agora!
Yah...Yahu...Yahveh escolheu um homem para ser originador da semente - zerah ou descendência
  De Adam (Adão) até Noach (Noé)           – 10 gerações.  (período de 1500 anos aproximada/e)
 De Noach     até      Avrahah (Abraão)     – 10 gerações.  (período de 500 anos)
 De Avraham - descenderia o povo do Eterno número e tribo!
Para que possamos ter algum partido ou ter alguma opinião, primeiro precisamos saber o que significam estas 2 expressões...
 porque senão temos uma "acho"  de algo que sequer conhecemos!
 ou seja : nada de coisa nenhuma!
tribo  - significa família
família significa zerah [cromossomo Y]- descendência aqui o texto se refere a ZERAH - descendência
 O DNA é a sigla para: Ácido desoxirribonucleico, composto orgânico cujas moléculas contém instruções genéticas (programa estabelecido) que coordena o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos, que está escrito no núcleo das células, no interior dos cromossomo...
 Os segmentos de DNA que contém a informação genética são chamados de - Genes  de onde vem a palavra descendência
são 4 letras
 A,  Adenina;
  T, Timina;
  G, Guanina;
 C, Citosina
 È como as letras de nosso alfabeto, que com elas escrevemos tudo e muitas informações...
 com as letras fazemos este estudo! pois transformamos os códigos-letras em informação
o que sabemos é  o pingo da ponta do iceverg!
 pq o assunto é extremamente lindo e complexo!
 o Eterno escolheu um home de descendência direta de Set filho de Adam para ser o gerador da descendência de um povo!
 quando Avraham recebeu a promessa tinha 70 anos... e uma esposa estéril
 o Eterno sempre preservou um remanescente par ao servir
 Adam, Set, Enoque, Matusalém, Noé
 Sem  em linha ininterrupta, preservada de época em época
 esses preservaram as preciosas revelações de Sua verdade.

O sangue que se circula nas artérias e veias de um bebê no útero materno, não é derivado da mãe, o sangue é produzido dentro do corpo do próprio feto. Somente depois que a zerah (esperma), fertiliza o óvulo, o feto começa a se desenvolver, e o sangue aparece.
não é derivado da mãe!!!!
E  por isso no casamento é importante ver se o sangue dos conjugues combinam!
 Depende do sangue do pai... muitas mulheres não podem gerar filhos... hoje tem tratamento....
 lembra dos tipos sanguíneos...  A - O AB positivo e negativo - quem pode receber transfusão de quem, ... quem pode doar pra quem...se uma pessoa recebe sangue incompatível morre!
 a vida é o sangue! E no sangue está a descendência! o DNA o cromossoma Y - a zerah!
Estão entendendo? Somando as informações?
 Estou querendo dizer que para estudar o cap. 7 - vc precisa saber disso.... pq senão vc está falando de um assunto que nem entende!
 Achismo!
 Digamos que o único meio projetado pelo Eterno para a propagação do povo - pq apesar de eel não levar o coromossoma ela dá a herança dos traços de personalidade e índole!
 tanto é que o homem não poderia ter filhos com qualquer mulher - e sim com as mulheres do povo! ouseja das famílias!
 quem são estas famílias????
: vou fazer outra pausa...
 hj o Eterno preserva esta descendência e usa mecanismos para isso, que são características impressas no rosto, no cheiro, e em outros sentidos...de forma que a paixão é algo inexplicável! E é possível com um indivíduo e não com outro... essa é uma forma que o Eterno preserva a geração do Seu povo através dos séculos!
[ um homem de descendência direta de Adam e Set....Noach e Shem... Avraham que gerou Ytzak, ...
Ytzak o os gêmeos Yakov e Esav - esaú -  A descendência de Esaú foi extinta!
 e Yakov teve 12 filhos que deram origem as 12 tribos
 Sabendo que o Eterno escolheu a dedo como seriam esses filhos e houve benção para a zerah de cada um deles... nós podemos chegar em Gilyahna (apoc-) 7 sem entendimento disso tudo e toda a complexidade que isto tem, não podemos chegar ao capítulo 7 de  Gilyahna (Apoc-) e simplesmente dizer: existe uma mensagem,  existem características, pessoais, e existem as letras escritas pelo Criador no sangue destas gerações... existe uma promessa que por meio exatamente disto as nações de toda a terra seriam benditas!!!

Teus olhos viram meu corpo informe, ainda, no Teu
rolo todos os meus membros já estavam anotados, que
foram formados quando ainda nenhum deles existia
(TEHILLIM – SALMOS 139;16)


O assuntos que vamos tratar aqui, transcende em muito a nossa singela compreensão da vida que nos rodeia, com toda a nossa pequenez e superficialismo. Tudo o que nos resta é esvaziar-nos e render-nos humildemente  diante da perfeição do assombroso poder do Criador!  Criação, design, exatidão matemática, beleza, elegância e  perfeição!

Para compreendermos o tema, primeiro temos que ter o conhecimento de alguns fatos:

O alfabeto hebraico:

Diferente da nossa linguagem latina, as palavras no hebraico são escritas apenas com consoantes,  que podem ser lidas de diferentes maneiras  com o auxílio de diferentes vogais, que não são sinalizadas e pontuadas, por isso poderiam se lidar de diversas maneiras. Cada letra corresponde a palavras, de diferente natureza e índole que lhe dão uma amplitude de sentidos. As letras também possuem  valores. Sim, valores numéricos! De forma que as palavras, também transmitem valores. Quando se lê uma palavra se lê um valor matemático! Quando se juntam letras na formação de uma palavra temos também códigos e frases...

O alfabeto e a construção da linguagem hebraica estão além da simples escrita e fonética, ela associa a palavra com a essência do conhecimento da vida e da história humana, ela transcende do físico, adentra na ciência, e descodifica a vida. De modo que tudo o que vemos a primeira vista é  superficial, e a medida que nos aprofundamos só compreendemos nossa incapacidade em adentrarmos no infindável, e só temos que nos render ao fato de que seremos eternos aprendizes!



Vemos isto claramente na tão conhecida decifração da mensagem das 4 letras letras que compõem o nome YAHVEH.

O original pictograma semita, da primeira letra, é um braço e uma mão. O significado desta letra é: trabalhar, fazer e jogar - todas as funções da mão. O nome “yud”, no hebraico moderno, é um derivado das duas letras da palavra “yad” que significa “mão”, o nome original para a letra.

A próxima letra é um homem em pé com os braços erguidos. O hebraico original e moderno para esta letra é “hey.” A palavra hebraica “hey” significa “contemplem”. Esta palavra também pode significar uma “respiração” ou “suspiro”, como se faz quando se olha para uma grande visão. O significado da letra é contemplem, visão, respiração, suspiro e revelar ou a revelação da ideia de revelar uma grande visão, apontando para ela.

 O pictograma original usado no Primeiro manuscrito Semita para VAV - prego - é um, uma imagem de uma estaca. As estacas eram feitas de madeira e podiam ter a forma de Y para impedir que a corda deslizasse.

O nome termina com mais um “hey “
Mão – Contemplem – Prego - Contemplem!
E no hebraico moderno tempos as palavras :
 Mão -  Furo – Prego – Furo!

Na simbologia, então, o nome do Pai eterno, no hebraico antigo, revela o Seu plano de salvação através de Seu Filho unigênito: Como é maravilhoso o nosso Pai!

Mas como disse, as letra do alfabeto hebraico também possuem uma valor numérico:

Nas quatro letras que compõem do nome do Eterno –  יהוה  os valores numéricos são:

י  - é a décima letra do alfabeto cujo valor numérico é 10
ה - é a quinta letra do alfabeto cujo valor numérico é 5
ו -  é a sexta letra do alfabeto cujo valor numérico é 6
ה - é a quinta letra do alfabeto cujo valor numérico é 5

Agora pasmem com esta informação:

Recentemente cientistas estudando o DNA que é a sigla para: Ácido desoxirribonucleico, composto orgânico cujas moléculas contém instruções genéticas – que  é o “programa, o softwere da vida” que  coordena o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos, está escrito no núcleo das células, no interior dos cromossomos. É o mais avançado código conhecido pela humanidade!
Os segmentos de DNA que contém a informação genética são chamados de
 genes.

A,  Adenina;  T, Timina;  G, Guanina; C, Citosina  - em forma de código no interior de cada célula de seu corpo são livros escritos, um “mapa genético”, 23 pares de cromossomos, os programas da vida, com todos os tipos de instintos, cor do olhos, pele e cabelo, suas texturas e formas, tudo o que você aparenta por fora e cada característica de seus órgãos internos bem como o seu devido funcionamento, estão detalhados, escritos, no DNA na sequencia de genes agrupados e distintos. Livros escritos de tudo o que você é, como pensa e age.

Um grupo de pesquisadores  atestaram que uma sequencia de números se repete em forma de código no DNA, segundo as palavras deles – “este código parece como uma “assinatura”. Ao considerar a carga dos elementos químicos do DNA o seguinte padrão numérico se repete:

10 – 5 – 6 - 5
Eles então passaram a tentar decifrar este código, e tiveram a idéia de substituir os números por letras hebraicas. Como vimos os números hebraicos são letras.

10 – 5 – 6 - 5 correspondem as letras Yod - Hé - Vav - Hé - יהוה - Yahveh!

Impressionante!




O Criador assina suas obras!!!

O que as pessoas não compreendem é que a palavra Deus - não corresponde ao tetragrama! 

Ivonil F. Carvalho
Diná Soares